Saturday, July 11, 2009


The boys wanna be her (The boys)
The girls wanna be her (The girls)
The boys wanna be her (The boys)
The girls wanna be her (The girls)
The boys wanna be her (The boys)
The girls wanna be her (The girls)
The boys wanna be her (The boys)

I wanna be her

Yes I do

Fucking love Shane!!! <3

Monday, June 15, 2009

Exaustão

Continuamos nessa onda, onda do cansaço e saturação em geral. Falta de estabilidade, falta de energia e excesso de irritação. Como sempre não é coisa que demonstre avidamente, aliás, nisso sempre fui coerente, queixo-me aqui e a uma ou duas pessoas, porque o resto não me interessa para nada. De momento estou-me completamente a borrifar: para mim, para ti e para o quer que seja. Todos nós temos fases em que nos arrastamos e mais parecemos rastejar, pois bem, tou no meu momento "dane-se". Demasiado humana para quem realmente me é importante e completamente a leste para o resto do mundo, que, tal como eu age roboticamente. Estamos também para generalizações, e para rótulos, é a ordem do dia. E já agora, não me venham com tretas a actos contraditórios que ando sem paciência para idiotices que tais. Isto é para todos os dissumulados que vão surgindo por aí, e que acham que estar perdido é tentar corromper o caminho, já por si serpenteado, dos outros. Arranjem novo hobby, tipo passear cães [ eu continuo a achar que seria um bom emprego, é uma pena não estarmos num sítio em que tal seja muito viável].
E já agora obrigado às excepções excepcionais do costume, escusado citar nomes, vocês que me conquistaram bem sabem porquê...

Fui****

Sunday, May 24, 2009

"Problemas"

Quem não tem que fazer, inventa problemas, é um facto. Tanto que se repararmos são sempre os meninos e meninas da mamã que se queixam imensuravelmente da vida ou a passam a tentar foder a dos outros.
De facto, este é um post zangado, porque me cansei dos dramas alheios. E cansei-me de ser aquela pessoa que se vai preocupando com os outros para reparar que, em certos casos, é mesmo uma questão de interesse. Hoje digo: arranjem uma vida, ou um trabalho de merda que, pelo menos, ficam sem energia para pensamentos psicóticos. Zanguemo-nos sim , mas por razões válidas tais como: falta de dinheiro, falta de tempo para estar com aqueles de quem genuinamente gostamos, a estupidez humana à qual não há forma de escapar [ senão ainda escasseia mais o dinheiro...], o estado do mundo [ para quem é altruísta e tal , não é claramente o meu caso.], pelo electrodoméstico que avariou e nos vai custar uma pipa de massa etc etc etc.
Hoje odeio pessoas, e digo-o sem problemas, odeio todas aquelas que fazem birras idiotas. Quando estou frustrada, grito ou choro, não descarrego em ninguém, opção inteligente, digo eu, modestamente! Pérola de ontem, pela boca do zangado: " Tu estavas lá no Pherrugem e eles quiseram ir para o farol gritar porque estavam frustrados, eu também quis, só porque sim, sei lá se ando frustrado, não me dou ao trabalho de pensar nisso" .
Pérola número 2 , pelo tanto-se-me-dá-como-se-me-deu : " Quero lá saber se há clima entre eles ou não estou cheio de frio, cara***!". Isto seria algo que eu diria, nas mesmas circunstâncias. A insensibilidade dos carneiros quando estão fisicamente desconfortáveís é algo deveras peculiar. Mas são pessoas assim que me marcam, pela franqueza extrema.
Acabo isto com... Amo ALGUMAS pessoas, outras, temos pena, há que tratar de reciclar...

Sunday, April 19, 2009

Alimentar a melancolia

Pois é, esta também foi uma temática debatida na passada 2ª feira. A melancolia é viciante, é um facto. Seja ela ou não auto-induzida. A melancolia é o lado belo das coisas sentidas, é o que nos faz suster a respiração e perder tempo a repensar no que lamentamos, no que aspiramos e, mais ainda, no que deixamos de ansiar. Estar melancólico é estar completamente desperto, e, simultaneamente dormente.
Neste preciso momento estou melancólica, reflectindo em vivências e lugares-comuns que, uma vez mais, trouxeram repercussões pouco arrojadas. Sentes? Optas por não sentir? Seja como for parece-me que o facto de uma nova máscara cair, e sem alguma beleza, faz com que a assunção do que sentia outrora me faça pressentir novo desfecho inoportuno.
A fealdade implícita em actos contraditórios é capaz de levar ao desvanecimento de emoções pouco concretas, ou então, seguramente, pouco estabelecidas. Divago pois, uma vez mais porque não quero que alguém abane a mesa, resolvi abaná-la e o resultado poderá estar à vista. Desta feita, não espero pela fantasia e entrego-me à crueza da realidade. Recomecei... e não mais caio nesse ciclo vicioso, contudo , continuo a cair em ti, melancolia inebriante!

Tuesday, April 14, 2009

A "puta teórica" e as "ralações"

Ora bem, o quarteto fantástico teve mais uma reunião absurdamente fantástica com chá e martini à mistura, que começou com o conceito de "puta teórica", atribuído ao nosso caro amigo zangadão mas que encontra representantes nos demais membros. Pelo menos eu assumo-me como outra puta teórica, dado que na prática a putice não encontra em mim uma forte representante. [gosto de beijar, e depois?!].
Mais uma noite animada, na qual o meu querido amigo cineasta aluado questionou-se se dormir com outra pessoa, que não o namorado, o iria ajudar a resolver de vez quais os seus sentimentos face ao mesmo. Claramente, concordei, porque ao contrário do Zangado de serviço não me acredito que seja tudo preto no branco. A paixão é tramada, e não existem cá certezas absolutas, a meu ver. Obviamente que eles deram um tempo, e não será uma traição, mas, não fosse eu uma miúda com sérios problemas de intimidade, e que afasta as pessoas quando realmente as ama, [dor no peito, esta palavra parece-me excessiva] concordo em testar os limites da paixão. Sim, porque eu sou pior que isso, é preciso arrancarem-me as palavras, isto os amigos, porque as pessoas em questão penam bem mais do que isso, tal como vocês bem sabem.
Continuando, o meu caro zangado descreveu as relações dele com base nas relações profissionais dos respectivos, i.e, "nunca trabalhou" [1º amor e inexperiência, ah e man issues still on, sorry pequenino!], "workaholic" [ 2º amor, deus-me-livre ,igual a psicose total! ], desempregado [ este nem descrição tem...looser!] e tanto se-me-dá como-se-lhe-deu [ actual, e até à data sem cadastro].
Depois destes paralelismos e baralhações usuais em nós, lá resolvemos falar de coisas sérias [ ou não...]. Radiohead versus Coldplay e eu e o cineasta óbvio que ganhamos a discussão, Coldplay mesmo?! Aborrecimento sem arte!
Muito mais foi dito, mas até a escrever eu sou a miúda sucinta do costume, preguiça e mais que fazer meu povo, como bem sabem sou uma miúda bastante animada, contudo ando um pouco baralhada das ideias e... não me apetece dizer porquê, quem quiser que se dê ao trabalho de verificar mais do que está à vista.
Continuo a amar pessoas, para mal dos meus pequenos pecados... Até breve!

Monday, April 13, 2009

Demasiado...

Quando é justo dizermos que é demasiado? Demasiada oscilação, demasiado medo, demasiada diversão, demasiados pensamentos?! Aqueles que sofrem mais são aqueles que não querem assumir o que efectivamente querem, e como tal evitam-no até à exaustão.
Evito. Hoje, amanhã, quem sabe sempre. Evito e não me quero preocupar. Evito porque me preocupo em demasia. Evito porque é díficil conhecer-me verdadeiramente. Tudo uma questão de fragilidade e medo de crescer. Porém, evito sem calcar ninguém mais do que eu própria, sendo sincera nas opções que vou delineando. Evito, continuando fiel a mim mesma, e esperando que algo mais abane a mesa... Talvez seja uma espera contínua, justificando a minha inércia com o sorriso de quem jamais se preocupa. Preocupo-me demasiado. Comigo e com vocês também, por vezes demasiado com vocês. Outras vezes submersa no egoísmo de quem quer apenas sobreviver na selva da vida, sem grandes planos possivelmente falhados. Demasiado... por dizer e mais ainda por fazer!

*pára de pensar!*

Thursday, February 19, 2009

Pensamento da noite

Night Text Messages com o Zangado resultaram no seguinte pensamento:
"(...)entreter a vista para cegar a alma".

E pronto, nada de pertinente sobre o que falar, sábado "estreio-me" no fantas 2009, venha ele! E venha a calma e tudo mais que se lhe segue!

Um bom fim-de-semana para "todos" vocês!

Thursday, February 12, 2009

Descarrilar de emoções

Não prevemos o que vamos sentindo, assim o fosse e tudo seria mais simples. Transferimos emoções, ferimos aqueles de quem gostamos, escondemos aquilo que sentimos, expomos as coisas inoportunamente e seguimos impulsos ora de racionalidade, ora emocionais. Somos baralhados, confundimo-nos intencionalmente, mascaramo-nos de ímpetos de orgulho, erramos... Com isso vamos ficando cada vez mais conscientes das nossas limitações e fechando mais e mais o cerco, porque as feridas, uma vez mais, nos impedem de arriscar. Tudo parece demasiado frágil e pouco genuíno, há um enfoque cada vez maior nas lacunas alheias. Ingenuidade e cinismo, tudo misturado e pouco concreto. Damos um passo em frente, retraí-mo-nos seguidamente. Um impasse constante num tempo em que tudo é inconstante e incoerente. Se tudo deveria ser simples, porque motivo para alguns de nós é um jogo pouco prazeroso? Porque motivo pessoas complicadas procuram alimentar essa mesma confusão que já lhes é intrínseca? Masoquismo extremo? Ora bem, cá estou eu com análises emocionais, porque nestas mer*** sou mm um poço de complicações, sendo eu uma eterna apaixonada pelo ser humano, sabe-se lá bem porquê.


"I did my best to notice
When the call came down the line
Up to the platform of surrender
I was brought but I was kind
And sometimes I get nervous
When I see an open door
Close your eyes
Clear your heart...
Cut the cord

Are we human?
Or are we dancer?
My sign is vital
My hands are cold
And I'm on my knees
Looking for the answer
Are we human?
Or are we dancer?

Pay my respects to grace and virtue
Send my condolences to good
Give my regards to soul and romance,
They always did the best they could
And so long to devotion
You taught me everything I know
Wave goodbye
Wish me well..
You've gotta let me go"

A avaliar a desconexão desta cidade por uns tempos...

Friday, February 06, 2009

Imperfeições descontinuadas

Pelo título, quase que parece que estou a falar de um qualquer tipo de produto, não obstante, eu sou assim mesmo, aplico termos que não têm relação alguma, para minimizar o impacto das palavras, ou, simplesmente porque se adequa. Neste caso concreto, trata-se de algo que se desvaneceu sem sequer ter tido um início concreto. Como diria a minha querida amiga Sys: " As pessoas cada vez menos estabelecem relações, criam e alimentam sentimentos. Pois é, isto do amor passou de cozinha francesa a Macdonalds". Ora nem mais!
Alguns de nós, e escusado seria dizer que estou totalmente incluída, possuem a particularidade de pegar nas pequenas imperfeições para construírem todo um cenário de inadaptação e confusão mentais. Apesar de grande parte da culpa ser da minha outrora assolapada paixão, não me vou condenar por ter tendência para me interessar por pessoas complicadas que, poderiam ser bem mais interessantes [sem medo de represálias!]. Pois bem, chega uma altura na vida em que uns de nós já cresceram e atingiram um estado no qual sabem que querem algo mais, e que mais vale nada ter neste domínio concreto, do que navegar por entre intempéries alheias ao sabor de ondas pouco expectantes. Não tenho feitio para tal, desculpem-me se vos condeno, mas acho que isso a longo prazo se resume a fraqueza de carácter, e sim, estou a fazer juízos de valor. Todos nós o fazemos, é bom que o admitamos no decorrer da nossa existência. O que tem que fazer parte do nosso mundo, deve ser nosso devido aquilo que somos e não tão somente ao que fazemos pelos outros e, mais ainda, aturamos dos mesmos, sem que haja um qualquer tipo de reciprocidade. Não estou agora a falar de mim, porque não foi tudo tão preto no branco, mas sim para os meus ínfimos leitores. Chamem-lhe orgulho desmedido eu chamo-lhe justiça poética. Dar e receber espiritualmente falando. E tudo isto para dizer que não consigo ficar zangada nem tão pouco desiludida, afinal agora tenho plena consciência que não poderia esperar muito mais do que o que tive. Foi divertido, foi inquietante, foi um devaneio, foi estupidez mas estive viva, e com isso aprendi mais sobre mim: que as emoções às vezes nos pregam partidas, e a nossa fragilidade por vezes não é totalmente controlável, mesmo para aqueles, que tal como eu, pensam ser desmesuradamente orgulhosos ou aparentemente frios. Mas atenção, há que saber enfrentar as situações após um leve coma! LEVE! E por isso tudo, agradeço-te, afinal ainda somos amigos, seja lá qual ao nível dessa mesma, e agora sim, amizade.
Em suma, mais uma descarga emocional, desta vez directa e concisa.

Tuesday, January 27, 2009

Sonambulismo

Uns disparatam, outros vagueiam. Terapia, de qualquer das formas. Isto tudo porque o meu amigo zangado queixa-se do seu dom natural para provocar a histeria grupal ,e falar de futilidades pela blogosfera e eu queixo-me de ser uma pessoa igualmente doida mas que, via blog, fala demasiado das coisas da alma. Seja como for, não é um blog que espelha o que somos, apenas fragmentos do que pensamos. E, vocês, os poucos que vão lendo isto e até me conhecem, sabem que isto é realmente uma parte de mim, e todo o resto só mesmo com muito conhecimento de causa. Somos todos complicados e simultaneamente deveras simplistas. Basta juntar-nos a determinado tipo de pessoas e puff... a poção vai mudando de ingredientes! Divago pois, tudo isto para dizer que estou aqui, e agora, disposta a ripostar, dê por onde der, seja como for. Venham as intempéries! Saudades da turbulência de uma alma desassossegada! E tudo isto pouco desperta e de volta ao onírico seguidamente, já que o fuso horário não é o usual e é por si só provocatório. Volto em breve com mais devaneios!

Sunday, January 25, 2009

Distorções e deformações

Domingo, já se sabe que o que vai sair da minha alma, não será mais do que um estado de espírito impertinente e evasivo. E, se não o for, permitam-me pensar que assim o é. Abraço a loucura porque a consciência das coisas apenas nos deixa melancólicos e perturbados, contudo mais perturbador ainda, é saber que essa mesma consciência nos torna demasiado inconsistentes, mesmo quando não o queremos ser. Assusto-me comigo própria e com a minha capacidade de absorver tudo ao máximo e reter o que, supostamente, me tornaria mais humana e falível. Esta é a parte em que alguns de vocês dizem "tu és perfeitamente falível e completamente humana". Esta é a parte em que digo "Ok, vocês já vivem com essa parte há demasiados anos". Electricidade estática, duas palavras que usaria para me descrever neste preciso momento. Se tudo isto é sentir, e se sentir é penar, quando sabemos que certas coisas não serão ultrapassadas com facilidade, então deixem-me ausentar da minha mente por uns momentos. Arrancar o coração e simplesmente respirar e sentir o ar frio na minha face. Lamento ser tão frágil e tão orgulhosa simultaneamente, colocar uma barreira quase que intransponível entre o que sou e o que demonstro ser. O que sinto e o que me permito sentir. A quem já a passou, os meus sinceros parabéns, e sejam bem vindos ao meu mundo animado, é graças a vocês que ainda penso que há esperança. Pessoas... porque tenho que ser mais uma delas?!

Tuesday, January 13, 2009

Zangada

Apesar da tarde adorável estou ZANGADA. Apetece-me e estou! Porquê? Mas é preciso um motivo válido?! Não me apetece aturar falinhas mansas, conversas da treta e, quem me conhece minimamente bem, sabe como sou nestas alturas, francamente directa, doa a quem doer. A vida não corre mal, nem nada que se pareça. E?! Estamos permanentemente insatisfeitos, e hoje apeteceu-me simplesmente dizer isto. Estou exausta. Exaustão equivale a chatices no meu caso. Não queres ouvir? Então vai à merda! Também não quero que me ouças! Não é por isso que vou deixar de disparatar e me rir da tua estupidez e, mais ainda, da minha. Uma boa noite...seres!

Wednesday, January 07, 2009

Adoro os fins de tarde de Inverno, adoro as nossas conversas ao relento e as risadas entre coisas sérias. O frio no rosto e o cabelo despenteado pelo vento. Nós. Tão diferentes e mesmo assim lá nos vamos entendemos. 2009 mal começou e mesmo assim, com toda a insatisfação que caracteriza o ser humano,e porque só assim tudo faz algum sentido, quando o permitimos, por ontem e por hoje sinto-me grata. Obrigado!

"We tend to forget that we're all the same,
We all have joy, we all have pain".

Just breathe!

Sunday, January 04, 2009

Menos frivolidade e mais emoção

Sou boa pessoa, ou tornei-me, a medicação faz milagres, e o crescimento interior também. Não sou boa a analisar pessoas, no entanto nesta última semana conheci uma pessoa como eu, apesar de esse mesmo indivíduo ser rotulado de coisas menos positivas. O que dizem de nós não espelha o que verdadeiramente somos, até porque, são as outras pessoas com as quais convivemos que determinam a nossa maneira de agir, a qual se vai adaptando. Mas há pessoas que nos fazem falar sem receios e grandes máscaras, começo a adoptar uns quantos aquarianos [ signo controverso e tramado] no meu círculo de amigos, os sensíveis, claro está. Apeteceu-me escrever sobre ti porque numa semana ouviste, desabafaste e soubeste mais de mim do que muita gente, e vice-versa. Fomos não só duas pessoas alegres e expressivas como tudo o resto. Isto não é um post sobre amor, aliás recuso-me a falar sobre isso, descrente que estou neste momento. É pois, um post sobre cumplicidade e pureza. E não , não acho que esteja a ser ingénua desta vez. Ainda existem pessoas em condições, acredito-me que sejas mais uma delas. E peço desculpa a mais duas ou três pessoas, porque sei que nestes últimos tempos não és a única pessoa em condições com a qual travei conhecimento, mas foste aquela que em menos tempo me entendeu e me fez sentir à vontade. Aquela que me ouviu. E não fosse eu 80% emocional e dada a lamechices do momento não escreveria isto, mas apeteceu-me, é um facto. Obrigado por me mostrares que ainda há pessoas que não usam mil máscaras, e peço desculpa por ter falado em camadas, mas reformulo, e acrescento que essas camadas são algo de bom. Nós não somos "o passado", mas aquilo que aprendemos com os nossos erros. Esta fragilidade que me tem caracterizado nos últimos tempos pôs-me a pensar se de facto não sou masoquista e me agarro a coisas que não me são benéficas. Não sei, está tudo em aberto. Acredito-me no carisma de algumas pessoas e que há pessoas que estão tão feridas que destratam os outros sem intenção. Agora provavelmente estou a ser ingénua, e não estou a falar de ti,não mais... Mas isso são questões que prefiro não abordar senão vagamente, tão vago é tudo isto que me faz pensar que está na altura de me portar como uma adulta, nesse caso particular no qual ajo como uma menina a sair da puberdade. E assunto condensado e desviado... o meu muito sincero obrigado.

PS: o penúltimo post será editado no blog "as confissões do zangado", não sei é para quando, dado que o meu caro amigo é AINDA mais preguiçoso do que eu para estas coisas...

Wednesday, December 24, 2008

*teaser para L Word versão tuga*


Girls in tight dresses
Who drag with mustaches
Chicks drivin' fast
Ingenues with long lashes
Women who long, love, lust
Women who give
This is the way
It�s the way that we live

Talking, laughing, loving, breathing,
fighting, fucking, crying, drinking,
riding, winning, losing, cheating,
kissing, thinking, dreaming.

This is the way
It�s the way that we live
It�s the way that we live
And love

We fucking love Jenny! Já sei quem é a ruiva amigos, finally! lol. Brevemente neste blog a versão com actrizes tugas do L-Word. Os nossos late coffees acabam sempre em cenas surreais! Be aware!
PS: mas ainda tenho que descobrir o nome dela, só me lembrei da cara mesmo...Se algum de vocês se lembrar ou descobrir rapidamente, é favor dizer algo! Ah e tal... é Natal!

Monday, December 15, 2008

4 anos!

Pois é,este meu cantinho de críticas, devaneios e observações já conta com quatro anos de existência! Uou! E, é engraçado reparar que, se algumas coisas permanecem iguais [ intimacy issues for instance], outras assumiram novas configurações. Já não sou a menina zangada de então, sendo que direccionei essa raiva para algo mais produtivo: a consciência que tenho de que muita daquela raiva passada foi também, em grande parte, culpa aqui da menina outrora demasiado sarcástica. Vou mais longe, reparando que a minha geração continua a usar o sarcasmo, e mais ainda a prepotência em casos extremos. Isto é uma crítica mesmo, e não temo em colocar aqui nomes tais como: Fred. Até porque sei que o meu caro amigo jamais perderia tempo em passar por aqui e porque isto já lhe foi dito pessoalmente. Tenho pena que alguém que tem 25 anos ainda haja como um puto de 19 assim sem mais nem menos, dado que há cerca de um ano não se comportava desta forma. As pessoas acham que o "show off" fica bem, ok, quem sou eu para lhes abrir os olhos?! Não vou deixar de ter um certo carinho por ti, desde que não fodas a minha melhor amiga, senão acredita que vês os meus dentes...cravados na tua pele!
Sou demasiado pacífica mas, se há coisa que mexe comigo é alguém fazer mal a uma pessoa que me é próxima, mesmo que neste caso, ela saiba perfeitamente a minha opinião, que é, que uma pessoa não pode andar aqui ao sabor de pessoas que não mostram como REALMENTE são. E aqui critico-me também, uma vez que, não sou maldosa [no fundo acho que o Srº Fred também não é nadinha mas ok...], mas sei que tal como ele e muita gente, também eu condeno a minha própria existência ao ser demasiado vaga, cenário tenebroso que, penso eu, continuará a ser um dos meus defeitos.
E em 4 anos cá continuo eu a disparatar e a sonhar, sonhar profundamente, com o dia em que as complicações serão menores e a exteriorização um facto. Repetindo-me, uma vez mais, porque é muito "eu": vou sonhar com a simplicidade que não existe sem pretensão; com a pretensão que não existe sem insegurança; com os defeitos que não existem sem virtudes =D

E o meu apelo para todos nós é... DESCOMPLIQUEMOS UM POUCO, POR FAVOR, VÁ LÁ!!!

Thursday, December 11, 2008

"Mas diga-me: céptico como é, como consegue diferenciar o cenário da parede? Como consegue distinguir que as ilusões das quais zomba sejam de facto apenas ilusões? E se fossem valores e você um destruidor de valores? Um valor degradado e uma ilusão desmascarada têm ambos o mesmo corpo deplorável e nada mais fácil que confundí-los!"

- A Brincadeira, Milan Kundera


De facto não dá para distinguir, daí ser mais fácil des-valorizar
[intencional]. Assumo-me como uma destruidora de valores. Atrevo-me a dizer que vivo em permanente negação, é mais cómodo e sereno. Será mesmo? Acreditar-me-ei nessa hipócrita serenidade? O que de facto constato é que ,seja como for, mantenho certos valores que me permitem ser uma des-iludida. Magicamente tenho uma fé qualquer que um dia soprará um vento de mudança. Não me limitem que eu faço o mesmo convosco, não vos julgo tão pouco, apenas caminho livremente e aguardo pelo dia em que o véu que me encobre seja ainda mais transparente que a minha essência, essa mesma que só alguns conseguem percepcionar, na quase totalidade. Fico por aqui, num dia em que fica menos por dizer e mais por sentir...

Tuesday, December 09, 2008

"O Balanço"

Estatísticas 1º por favor:

Eu ( sempre eu 1º, claro está): 80% E; 20 % R
Ricardo: 60% E; 40% R
Paulinho: 70% E; 30% R
Carlos: 50% R/E

E = emocional
R= racional

Começo por dizer que discordo do Carlos e que o Paulinho seria igual a mim, na minha perspectiva, mas a estatística ficou assim. As conversas abrangeram diferentes temáticas, mas eis que foram parar aqui, sendo desta feita dignas de um registo, visto que eu genuinamente adoro perder tempo com este tipo de coisas. Num grupo de pessoas que sentem e agem tão diferentemente eis que conseguimos discutir tanta coisa saudavelmente, apesar dos atropelos usuais e, mais ainda, dos igualmente peculiares pontos de vista. Tudo isto para salientar que é curioso reflectirmos sobre a forma como nos completamos quando estamos juntos. O Srº Zangado Sarcástico, a Menina Egocêntrica Aluada, o Cineasta Tresloucado e o Suposto Elemento Que Tanto Se Lhe dá Como se Lhe Deu (será mesmo amigo?!). Eu e o Zangado somos almas gémeas em cinismo, diria eu. Já eu e o Cineasta em ingenuidade amalucada. Todos perfeitamente faliveís e todos mágicos. Mais um post sobre a amizade, porque é temática na qual, cinismos à parte, me sinto completamente favorecida pelo universo, apesar de por vezes os 80% tombarem para o egoísmo e vos desiludir, como já é de prever. Contudo, também todos vocês sabem que até aqui estendo a minha capa protectora, por tanto gostar de vocês e por me custar ainda então admitir que somos adultos e que o tempo livre escasseia para que estas reuniões sejam tão frequentes quanto gostaríamos. E porque, citando um dos nossos filmes de referência: "todos nós morremos sozinhos". Donnie Darko, claro está, porque,e discordando veementemente do meu zangado de eleição, a loucura pode ser amada, não sendo eu pessoa de rejeitar alguém por tal particularidade, tal como tu Paulinho. Apartes... Todos nós somos loucos e complicados, por isso mesmo se torna interessante esta luta diária em busca de oscilantes momentos de felicidade intensa e entraves de melancolia. Por assim dizer, sentimos e racionalizamos, conscientes que estamos deste contra-senso ao qual se denomina de existencialismo, e mais ainda, das nossas próprias palas.

Sunday, December 07, 2008

Revisitando o passado

Eis que cedi à tentação e fui com velhos amigos ao Triplex. Um local no qual já passei muitos bons momentos, em igualmente boa companhia. Revisitamos o passado, falamos de histórias dos nossos 18, 19 e 20 anos, respectivamente, e , mais ainda, falamos de tudo aquilo que mudou mas também das coisas que apenas evoluíram e permanecem dentro da mesma caixa mágica. Sou pessoa de nostalgias, por vezes excessivas, mas todos temos os nossos quês, e ,ou convivemos pacificamente com eles e partilhamos os mesmos dentro de uma medida saudável, ou então cedemos à tendência para o isolamento. Não me apetece perder tempo com isso agora, apenas deixar patente que, apesar de ser damaged, abraço os erros e parvalheiras do passado com carinho.

...e cá fica mais uma citação, que hoje não estou para grandes escritos, apenas para uma breve anotação:

" Porque a nostalgia não intensifica a actividade da memória, não desperta recordações, basta-se a si própria, à sua própria emoção, absorta por completo como está no seu próprio sofrimento." Milan Kundera

PS: nostalgia, etimologicamente como: "o sofrimento da ignorância"

Thursday, December 04, 2008

Deixem-me culpar o mau tempo e as contrariedades laborais para este reducionismo ao qual me sujeitei. Deixem-me ouvir air e dEUS e disparatar. Deixem-me pensar que acredito que no meu íntimo a minha doçura ainda permanece algures, e que não me sinto perdida. Permitam-me iludir e constituir um cenário obtuso mas agradável. Como podemos ser pessoas agradáveis e vivermos o dia a dia sem pensar nos contras, e a afastar o mau karma para por singelos instantes acharmos que nunca seremos capazes de nos assumir, conscientes que estamos das nossas limitações mas, mais ainda, das nossas virtudes? Mas depois lembro-me que...

"A alegria é um verbo , não é um substantivo. Não existe independentemente das nossas acções. A alegria deve ser fugaz e transitória porque nunca se destinou a ser permanente."

Will Ferguson, Felicidade

Daí o valor desses mesmos momentos... Permito-me agora então,e finalmente, adormececer...