Ora bem, o quarteto fantástico teve mais uma reunião absurdamente fantástica com chá e martini à mistura, que começou com o conceito de "puta teórica", atribuído ao nosso caro amigo zangadão mas que encontra representantes nos demais membros. Pelo menos eu assumo-me como outra puta teórica, dado que na prática a putice não encontra em mim uma forte representante. [gosto de beijar, e depois?!].
Mais uma noite animada, na qual o meu querido amigo cineasta aluado questionou-se se dormir com outra pessoa, que não o namorado, o iria ajudar a resolver de vez quais os seus sentimentos face ao mesmo. Claramente, concordei, porque ao contrário do Zangado de serviço não me acredito que seja tudo preto no branco. A paixão é tramada, e não existem cá certezas absolutas, a meu ver. Obviamente que eles deram um tempo, e não será uma traição, mas, não fosse eu uma miúda com sérios problemas de intimidade, e que afasta as pessoas quando realmente as ama, [dor no peito, esta palavra parece-me excessiva] concordo em testar os limites da paixão. Sim, porque eu sou pior que isso, é preciso arrancarem-me as palavras, isto os amigos, porque as pessoas em questão penam bem mais do que isso, tal como vocês bem sabem.
Continuando, o meu caro zangado descreveu as relações dele com base nas relações profissionais dos respectivos, i.e, "nunca trabalhou" [1º amor e inexperiência, ah e man issues still on, sorry pequenino!], "workaholic" [ 2º amor, deus-me-livre ,igual a psicose total! ], desempregado [ este nem descrição tem...looser!] e tanto se-me-dá como-se-lhe-deu [ actual, e até à data sem cadastro].
Depois destes paralelismos e baralhações usuais em nós, lá resolvemos falar de coisas sérias [ ou não...]. Radiohead versus Coldplay e eu e o cineasta óbvio que ganhamos a discussão, Coldplay mesmo?! Aborrecimento sem arte!
Muito mais foi dito, mas até a escrever eu sou a miúda sucinta do costume, preguiça e mais que fazer meu povo, como bem sabem sou uma miúda bastante animada, contudo ando um pouco baralhada das ideias e... não me apetece dizer porquê, quem quiser que se dê ao trabalho de verificar mais do que está à vista.
Continuo a amar pessoas, para mal dos meus pequenos pecados... Até breve!