"(...) nunca misturei o absinto com a realidade para não piorar a qualidade do absinto.
...mais um copo, caro comendador. E sem um único pingo de realidade, por favor".
O Senhor Henri, Gonçalo M. Tavares
Obrigado por esta tarde, Aninha!
Thursday, December 04, 2008
Sunday, November 30, 2008
Peculiaridades
Gosto desta palavra, e uso-a para começar com os meus devaneios de domingo. Estou consciente da realidade e não sei se isso é positivo, no entanto, pelo menos, deixei o estado coma no qual me encontrava, permitindo-me baralhar as cartas e a mim própria sem me questionar demasiado nem ficar inerte, e afundada em queixumes. Certamente que tudo isto que sei me vai fazer perder tempo, tal como o estou a fazer neste momento, mas permite-me, mais ainda, sentir-me viva, melancólica por vezes, não obstante, viva! Posso me sentir diferente do típico mortal e até alienada, mas sei que o problema não é meu. O problema é de todos nós, e nesse sentido não vou quebrar a corrente, ela que se quebre por si, que surpreendentemente seja apenas mais um lugar-comum desde que, tudo permaneça como até então, num limbo interior que oscila entre a vaidade e a preguiça, e, uma vez mais, não falo por mim, porque o meu limbo interior pode ter um pouco disso tudo, mas ultrapassa esse domínio e é muito mais peculiar do que os clichés estereotipados de tantos de vocês. Desculpem-me mas já sabem que comigo é assim mesmo, justifico o meu egoísmo tendo por base o vosso. Todos nós somos falíveis e , uns mais do que os outros, uns mais introspectivos e vagos, ora agora falo de mim na 1ª pessoa , vaga intencional e conscientemente. Vaga mas não inerte, simplesmente à espera que algo agite a minha consciência, dado que saí do coma mas não espero inspiração divina, ok, isto aqui daria pano para mangas, mas não vou discutir divindades nem o seu conceito, isso já deu que falar via msn, right? Fica aqui apenas um gostinho do que me corroí as entranhas por momentos, dado que tratam-se sempre de momentos de clareza de espírito e embriaguez da alma, simultaneamente. Mais um momento...pausa!
Wednesday, November 26, 2008
Observações
Não sou uma pessoa observadora, de facto, sou exactamente o oposto. Aquela pessoa que não repara em nada, e que acaba por passar por antipática ou completamente despassarada. Incrivelmente, no meu grupo de amigos sou a única assim, e como tal já não é surpresa para nenhum deles os acidentes por mim,ou mais ainda, em mim provocados. Quando exercito o acto de observação, não obstante, acabo por me rir das circunstâncias, dado que, certamente que há repercussões por desvendar mas que, eventualmente, perdem a significação antes desse mesmo acto de descoberta. Isto é o que normalmente acontece. Sabotagem? Desta feita não foi da minha parte, mas tretas à parte acabamos sempre por dar pelo menos um ouvido ao que nos dizem. A natureza desconfiada de cada um de nós assim o dita. Isto tudo para dizer que muito se passa e nada se passa simultaneamente, talvez porque o processo de descortinação acaba por conduzir fatalmente a um ímpasse. Nao sei, não tenho perdido muito tempo com análises, o que estou para aqui a dizer são factos. O que fica por dizer ou sentir são reticiências comuns a (quase) todos nós. O que me interessa é que seja como for continuo a acreditar-me na amizade, mesmo quando a observação é nula. A amizade ultrapassa observações, reticiências e falta de palavras ou emoções, para ser ela própria a maior das observações possíveis: um contínuo de risadas, sonhos, realidade e dissabores deveras importante.
Já agora, birra via sms? Mesmo? Geeez ao que nós chegamos amigo , é mudar de trabalho, nem tempo para discussões a sério temos agora, haha, fica aqui um mimo para ti zangadão, da tua amiga que desrespeita o combinado, as usual! =D
Já agora, birra via sms? Mesmo? Geeez ao que nós chegamos amigo , é mudar de trabalho, nem tempo para discussões a sério temos agora, haha, fica aqui um mimo para ti zangadão, da tua amiga que desrespeita o combinado, as usual! =D
Sunday, November 23, 2008
Polifonia
A esta hora já deveria estar a tomar banho, porém eis que perco o meu tempo a repensar em todas aquelas coisas que nos fazem sentir ambivalentes. Já Álvaro de Campos afirmava: "Há entre quem sou e estou / Uma diferença de verbo / Que corresponde à realidade."
Polifonia porquê? Mais uma hiperbolização, tipicamente característica, para falar de um canto uníssono, cujas fontes deixam de ser perceptíveis e, mais ainda, levam-me a reflectir sobre a ambivalência sociológica. Tudo isto encontra-se de tal forma relacionado e enraízado que me permite continuar a divagar incessantemente. Basta. Tentemos ser um pouco mais claros, num dia em que a clareza de espírito não tende a ser imperativa. Tantos acontecimentos aleatórios e vivências pré-destinadas que fazem parte de uma miscigenação constante e nos fazem sentir aquele medo vibrante, e por tudo isso cada vez mais me confundo na polifonia que é continuar aqui, agora, vaga e reticiente mas, sempre, fiel a mim própria.
Com o desenrolar das vivências e comportamentos, cada vez mais conhecemos a nossa essência, e, e ora optamos por mostrá-la ora tentamos ocultá-la, sempre conscientes de que, por mais que o façamos, muito fica por dizer e sentir, e mais ainda, muito fica por fazer. Perdemos muita coisa "algures" no meio de tudo aquilo que teimamos em não abraçar ou visualizar, e, é esse mesmo sentimento de evasão, que nos torna humanos, oníricos, falíveis, especiais, detestáveís, entre tantas outras coisas. Sentimento de pertença, sempre dentro de um espectro polifónico, díficil de interpretar, e, mesmo assim mágico. Apesar de supostamente não mais me permitir ilusões continuo, paradoxalmente, a ter um qualquer tipo de fé na magia de singelos momentos, e remato com isso mesmo, a magia dos momentos nos quais não dissecamos tudo ao máximo,deixando escapar muito mais daquilo que somos do que desejaríamos. Polifónicos mas em uníssono, é o meu desejo para todos aqueles que me entendem e/ou fazem parte do meu mundo.
Polifonia porquê? Mais uma hiperbolização, tipicamente característica, para falar de um canto uníssono, cujas fontes deixam de ser perceptíveis e, mais ainda, levam-me a reflectir sobre a ambivalência sociológica. Tudo isto encontra-se de tal forma relacionado e enraízado que me permite continuar a divagar incessantemente. Basta. Tentemos ser um pouco mais claros, num dia em que a clareza de espírito não tende a ser imperativa. Tantos acontecimentos aleatórios e vivências pré-destinadas que fazem parte de uma miscigenação constante e nos fazem sentir aquele medo vibrante, e por tudo isso cada vez mais me confundo na polifonia que é continuar aqui, agora, vaga e reticiente mas, sempre, fiel a mim própria.
Com o desenrolar das vivências e comportamentos, cada vez mais conhecemos a nossa essência, e, e ora optamos por mostrá-la ora tentamos ocultá-la, sempre conscientes de que, por mais que o façamos, muito fica por dizer e sentir, e mais ainda, muito fica por fazer. Perdemos muita coisa "algures" no meio de tudo aquilo que teimamos em não abraçar ou visualizar, e, é esse mesmo sentimento de evasão, que nos torna humanos, oníricos, falíveis, especiais, detestáveís, entre tantas outras coisas. Sentimento de pertença, sempre dentro de um espectro polifónico, díficil de interpretar, e, mesmo assim mágico. Apesar de supostamente não mais me permitir ilusões continuo, paradoxalmente, a ter um qualquer tipo de fé na magia de singelos momentos, e remato com isso mesmo, a magia dos momentos nos quais não dissecamos tudo ao máximo,deixando escapar muito mais daquilo que somos do que desejaríamos. Polifónicos mas em uníssono, é o meu desejo para todos aqueles que me entendem e/ou fazem parte do meu mundo.
Monday, November 17, 2008
"Elefantizada"
Este título surgiu no decorrer de uma conversa nocturna de domingo à noite, bela conversa com amigos que , tal como eu, pensam em mais coisas do que nas parvoíces usuais do tipico humanoíde. A apatia que nos cerca, outra máscara típica e disforme, leva-nos a reter as emoções genuínas, por ser algo que não vai ao encontro de uma geração que se recusa a demonstrar, a não ser que a demonstração seja rudimentar e um pré-requisto do acto de socialização. Hoje de facto o que sinto é desprezo por toda essa típica fachada, e uma pequena esperança de saber que nem todos somos necessariamente mais um produto em série, e "elefantizamos" sem sentir vergonha ou desprezo por tal acto. Adaptamo-nos às circunstâncias e, face a esses rasgos de desumanização, acabamos por ficar repugnados, mas quero deixar aqui bem assente que não tenho qualquer tipo de problema em admitir que "sinto a mais", e gosto de demonstrar o que sinto a quem me é querido. E como sou uma adepta de esclarecimentos, esclareço desde já que posso ser vaga, reciticente e aparentemente uma arca congeladora, mas a minha essência é calorosa e amistosa e não sinto qualquer vergonha de partilhar isso com todos aqueles que fazem parte do meu mundo interior. "Elefantizamos" e ainda bem, porque seja em tom mais sério ou numa simples histeria de grupo assim o sentimos, e é um orgulho formar esse colectivo de loucura saudável num mundo em que tantos outros mostram aquilo que jamais serão. Aqui fica a minha crítica a quem se recusa a ser frágil e, acima de tudo, o meu obrigado a quem partilha a sua fragilidade comigo.
Friday, November 14, 2008
Perfeição
Andava eu a navegar por um blog amigo, quando me deparei com um post cuja temática assentava na associação entre a perfeição e a inveja. Perfeição, algo condenado à priori por qualquer um de nós, uma vez que é um conceito meramente utópico. Não sei, tão pouco, definir o que será a perfeição, trata-se de um conceito mutável e bipolarizado, aos meus olhos. Não obstante, a sua busca incansável move-nos, nem que por breves instantes e para rapidamente se tornar em mais uma delicada imperfeição. As imperfeições ora se desvanecem,ora nos fazem crescer e sentir a intensidade das coisas mundanas.
Na nossa loucura quotidiana não são muitos aqueles que abraçam as imperfeições alheias sem se questionarem até que ponto estão aptos e com disposição para lidar com elas,afinal o conceito de amizade é isso mesmo, abraçar as imperfeições alheias e fazer delas uma mais-valia. O ser humano, por vezes, e numa perspectiva circunstancial, simplesmente chega a um ponto de saturação, não condenável, de todo. Eu, consciente que estou das minhas lacunas pessoais, também o fiz já por diversas vezes, justificado ou não, mas penso que teria de entrar por outro caminho, o dos nossos próprios fantasmas. São os nossos fantasmas pessoais que condicionam a busca da perfeição e o acolhimento das singelas imperfeições, bem como a sua duração e intensidade.
Tudo isto para, uma vez mais, salientar que não paro de querer mais de mim e de me encantar com as pequenas imperfeições da vida, mesmo quando estas últimas me fazem agir como uma pessoa socialmente menos aceite, e invejar (remato com a inveja, suavemente). Perfeitamente imperfeitos, sempre!
Na nossa loucura quotidiana não são muitos aqueles que abraçam as imperfeições alheias sem se questionarem até que ponto estão aptos e com disposição para lidar com elas,afinal o conceito de amizade é isso mesmo, abraçar as imperfeições alheias e fazer delas uma mais-valia. O ser humano, por vezes, e numa perspectiva circunstancial, simplesmente chega a um ponto de saturação, não condenável, de todo. Eu, consciente que estou das minhas lacunas pessoais, também o fiz já por diversas vezes, justificado ou não, mas penso que teria de entrar por outro caminho, o dos nossos próprios fantasmas. São os nossos fantasmas pessoais que condicionam a busca da perfeição e o acolhimento das singelas imperfeições, bem como a sua duração e intensidade.
Tudo isto para, uma vez mais, salientar que não paro de querer mais de mim e de me encantar com as pequenas imperfeições da vida, mesmo quando estas últimas me fazem agir como uma pessoa socialmente menos aceite, e invejar (remato com a inveja, suavemente). Perfeitamente imperfeitos, sempre!
Tuesday, November 11, 2008
Uma questão de orgulho
Estou a ouvir Massive Attack , vá-se lá saber porquê (!), e, uma vez mais, apetece-me divagar , desta feita, remetendo tudo para "uma questão de orgulho". Falo disto, visto que cada vez mais é o que se verifica. Uma das máscaras que mais usamos é mesmo essa, seja no trabalho, seja em questões do coração ou numa conversa vulgar com um qualquer indivíduo. De facto o orgulho é uma fatalidade, se bem que , por outro lado, humildade a mais acaba por resultar em autocomiseração. Ironia ou não, acabei agora mesmo de usufruir do orgulho para enxotar o meu pai do meu cantinho.
Seria meramente utópico estarmos sempre em férias, relaxados e abstraídos dessa realidade que nos afasta enquanto indivíduos, e que, mais ainda, nos impediria de saber com o que realmente podemos contar. Máscara, protecção ou fonte de destruição, é usando-a (na justa medida), que verificamos com quem podemos contar. Verficar... como sempre robótica, desdobrando-me noutra máscara rude e pouco credível. Tudo isto para "filosofar" sobre o orgulho, pensando no meu caso particular que, apesar de por vezes ter "acessos" de um feitio temperamental, consegui libertar-me um pouco do excesso do mesmo.
Em suma, para mim o que funciona, na maioria das vezes, e sempre sem cair na autocomiseração ,é chegar a um meio termo, o qual me permite acabar com qualquer tipo de assunto pendente, que por sua vez, "eventualmente" me impede de crescer enquanto indíviduo e de constituir amizades sólidas.
Mais uma vez debitei (outra palavra feia e um pouco dissimulada) aquilo que me foi atropelando a alma.
Seria meramente utópico estarmos sempre em férias, relaxados e abstraídos dessa realidade que nos afasta enquanto indivíduos, e que, mais ainda, nos impediria de saber com o que realmente podemos contar. Máscara, protecção ou fonte de destruição, é usando-a (na justa medida), que verificamos com quem podemos contar. Verficar... como sempre robótica, desdobrando-me noutra máscara rude e pouco credível. Tudo isto para "filosofar" sobre o orgulho, pensando no meu caso particular que, apesar de por vezes ter "acessos" de um feitio temperamental, consegui libertar-me um pouco do excesso do mesmo.
Em suma, para mim o que funciona, na maioria das vezes, e sempre sem cair na autocomiseração ,é chegar a um meio termo, o qual me permite acabar com qualquer tipo de assunto pendente, que por sua vez, "eventualmente" me impede de crescer enquanto indíviduo e de constituir amizades sólidas.
Mais uma vez debitei (outra palavra feia e um pouco dissimulada) aquilo que me foi atropelando a alma.
Sunday, November 02, 2008
When you´re strange...
Mais um domingo taciturno, e como em todos os domingos cá estou eu, desequilibrada pelo alcoól, desta feita demasiado alcoól mesmo. Se a noite não foi o que seria de esperar para duas amigas minhas, para mim foi mais uma noite como tantas outras, momentos fugazes nos quais não mais me afogo em pensamentos para simplesmente celebrar pela dança a libertação dos males oriundos das almas, sim plural, porque não só da minha como também de todos aqueles que me interpelam.
Como sempre não estou a dizer tudo o que deveria, mas isso já faz parte de mim, se pareço uma pessoa comunicativa e demasiado Bridget Jones, na realidade não o sou. Os problemas de intimidade são bastantes, e serão sempre ofuscados pela minha ingenuidade ou agressividade conforme as circunstâncias o vão ditando.
Todos nós perdemos demasiado tempo com as coisas pouco importantes, sabe bem, e não é por isso que somos mais ou menos interessantes. Gosto de perder tempo a pensar nos pequenos pormenores que me fazem rejubilar, em vez de pegar nesse tempo e começar a ler outro livro, por exemplo. [ coisa que já não faço há algum tempo]. Arranjei a desculpa perfeita, ao ler vou reflectir ainda mais sobre vivências passadas e perder o dobro do tempo com isso. Dane-se, simplesmente não tenho tido paciência para ler, perdendo o meu tempo nas inutilidades usuais.
Estes momentos em que me sinto mais só e nos quais até consigo apreciar a minha essência, fazem-me pensar que viver comigo é complicado. Não gosto que me dirijam a palavra mal acordo, não gosto de estar rodeada de gente em casa, nem de receber visitas. Todas essas contradições para alguém tão sociável quanto eu. Mas é mesmo assim, todos nós somos mais do que aquilo que ostentamos, e a minha bagagem de mer** pessoal não é das mais bonitas. Mas também sou aquela pessoa que do nada tem um gesto demasiado amistoso, o que vai contrabalançando com todas as mesquinhices que fazem parte do meu ser.
Gosto de ti e espero que isso se resolva rapidamente. Das duas até. Não é a minha vida que está agora a ser exposta, portanto posso ser mais vaga que o habitual. Gosto de pensar que as coisas estão mesmo a mudar e que pessoas como nós são eventualmente recompensadas, e esperemos nós, da maneira que tão veementemente queremos. Sou invadida por demasiados pensamentos, e a maioria, egocêntricos e oníricos [ hello Hélio =P], tal como acontece com todos vocês. Não estou aqui com bússolas nem para meias tretas, treta por treta venha ela por completo. Aguardo o desenrolar de tudo isto.
Como sempre não estou a dizer tudo o que deveria, mas isso já faz parte de mim, se pareço uma pessoa comunicativa e demasiado Bridget Jones, na realidade não o sou. Os problemas de intimidade são bastantes, e serão sempre ofuscados pela minha ingenuidade ou agressividade conforme as circunstâncias o vão ditando.
Todos nós perdemos demasiado tempo com as coisas pouco importantes, sabe bem, e não é por isso que somos mais ou menos interessantes. Gosto de perder tempo a pensar nos pequenos pormenores que me fazem rejubilar, em vez de pegar nesse tempo e começar a ler outro livro, por exemplo. [ coisa que já não faço há algum tempo]. Arranjei a desculpa perfeita, ao ler vou reflectir ainda mais sobre vivências passadas e perder o dobro do tempo com isso. Dane-se, simplesmente não tenho tido paciência para ler, perdendo o meu tempo nas inutilidades usuais.
Estes momentos em que me sinto mais só e nos quais até consigo apreciar a minha essência, fazem-me pensar que viver comigo é complicado. Não gosto que me dirijam a palavra mal acordo, não gosto de estar rodeada de gente em casa, nem de receber visitas. Todas essas contradições para alguém tão sociável quanto eu. Mas é mesmo assim, todos nós somos mais do que aquilo que ostentamos, e a minha bagagem de mer** pessoal não é das mais bonitas. Mas também sou aquela pessoa que do nada tem um gesto demasiado amistoso, o que vai contrabalançando com todas as mesquinhices que fazem parte do meu ser.
Gosto de ti e espero que isso se resolva rapidamente. Das duas até. Não é a minha vida que está agora a ser exposta, portanto posso ser mais vaga que o habitual. Gosto de pensar que as coisas estão mesmo a mudar e que pessoas como nós são eventualmente recompensadas, e esperemos nós, da maneira que tão veementemente queremos. Sou invadida por demasiados pensamentos, e a maioria, egocêntricos e oníricos [ hello Hélio =P], tal como acontece com todos vocês. Não estou aqui com bússolas nem para meias tretas, treta por treta venha ela por completo. Aguardo o desenrolar de tudo isto.
Friday, October 31, 2008
The Aries Woman
Characteristics
Women ruled by the sign of Aries possess an impeccable sense of style. Yet, despite all this elegance, they remain children at heart. Although they are independent and outgoing, they are surprisingly naïve and trusting. This openness often leads to disappointment, but the Aries woman quickly bounces back. This planet is her magic place, and she makes the most of her time on it. She’s not a person that “talks a good game,” she actually “walks the walk.” Expect this fiery woman to be impulsive, forceful and dynamic — with lots of drama thrown in for good measure.
Career
Regardless of her career, Aries must feel good about her position and how it fits into her life. It’s important for Aries to feel she is at the top of her game. Aries women are natural super-achievers. It often doesn’t take much exertion for them to accomplish a good deal of success.
Friends
Aries women make friends easily, most of their relationships are friendly without being totally committed. Aries is too busy living life to devote huge chunks of time to others. She has two or three close friends who are spontaneous and adaptable. Whenever Aries seeks adventure, they’re right there beside her.
Love
Because the Aries woman is inherently assertive, the man of her dreams will be a “real man.” If he is successful, then all the better for her; she likes to place her man on a pedestal (if he is deserving). A romantic relationship with a sweet, quiet guy won’t work for her. It’s important to choose someone who will hold his own and will not intimidate easily, otherwise life will become way too boring for Aries. On the other hand, they dislike restrictions of any kind and a possessive relationship will end up going nowhere. That does not mean she won’t be a little possessive herself. She sees nothing wrong in that.
Compatibility
Aries – Aries
This is an okay match, but not the best. In some cases it is quite harmonious, but putting two headstrong, fiery personalities together is chancy.
Aries – Taurus
This is a match between two totally different personalities. Aries loves excitement; Taurus prefers comfort (this could get boring fast).
Aries – Gemini
Because Gemini loves action and adventure, this could be one of the best matches. The chemistry between these two thrill seekers should be hot.
Aries – Cancer
This combination is hard to call. It could be a good match, but impulsive Aries will have to be careful not to hurt Cancer’s feelings. This pairing could prove to be a thorny arrangement.
Aries – Leo
This pairing should work fine. Both subjects have tremendous stamina and staying power, but Leo is a little more goal-oriented and will become the dominant force. Aries may not be able to handle that. In every other way, this match is paradise.
Aries – Virgo
This couple could work if Aries can overlook Virgo’s perfectionism. But Virgo could bring balance to Aries’ life and that is always a good thing.
Aries – Libra
There is a good chance of happiness here since Libra is warm and refined. An Aries Woman usually welcomes these traits, especially if both are on the same intellectual level.
Aries – Scorpio
Scorpio could have trust issues with the Aries woman. Because of her high energy level, she sometimes gives off the wrong vibe for Scorpio. Could work, but tread softly.
Aries – Sagittarius
This has the potential to be a “great” love. It is very possible Aries could find her soul mate with a Sagittarian.
Aries – Capricorn
Aries has little in common with Capricorn and probably will not be attracted to this sign from the get go. Even if a relationship does get off the ground, it will prove difficult.
Aries – Aquarius
This sign is the most compatible with Aries. However, these two usually make better friends than lovers. Looking for a best friend? This is the best choice. A lover? Maybe.
Aries – Pisces
In all likelihood, you will be an open book to the ever-observant, perceptive Pisces. If this doesn’t bother you too much, go for it.
http://www.lifescript.com/Soul/Horoscope/Aries/The_Aries_Woman_10_Personality_Traits.aspx
Women ruled by the sign of Aries possess an impeccable sense of style. Yet, despite all this elegance, they remain children at heart. Although they are independent and outgoing, they are surprisingly naïve and trusting. This openness often leads to disappointment, but the Aries woman quickly bounces back. This planet is her magic place, and she makes the most of her time on it. She’s not a person that “talks a good game,” she actually “walks the walk.” Expect this fiery woman to be impulsive, forceful and dynamic — with lots of drama thrown in for good measure.
Career
Regardless of her career, Aries must feel good about her position and how it fits into her life. It’s important for Aries to feel she is at the top of her game. Aries women are natural super-achievers. It often doesn’t take much exertion for them to accomplish a good deal of success.
Friends
Aries women make friends easily, most of their relationships are friendly without being totally committed. Aries is too busy living life to devote huge chunks of time to others. She has two or three close friends who are spontaneous and adaptable. Whenever Aries seeks adventure, they’re right there beside her.
Love
Because the Aries woman is inherently assertive, the man of her dreams will be a “real man.” If he is successful, then all the better for her; she likes to place her man on a pedestal (if he is deserving). A romantic relationship with a sweet, quiet guy won’t work for her. It’s important to choose someone who will hold his own and will not intimidate easily, otherwise life will become way too boring for Aries. On the other hand, they dislike restrictions of any kind and a possessive relationship will end up going nowhere. That does not mean she won’t be a little possessive herself. She sees nothing wrong in that.
Compatibility
Aries – Aries
This is an okay match, but not the best. In some cases it is quite harmonious, but putting two headstrong, fiery personalities together is chancy.
Aries – Taurus
This is a match between two totally different personalities. Aries loves excitement; Taurus prefers comfort (this could get boring fast).
Aries – Gemini
Because Gemini loves action and adventure, this could be one of the best matches. The chemistry between these two thrill seekers should be hot.
Aries – Cancer
This combination is hard to call. It could be a good match, but impulsive Aries will have to be careful not to hurt Cancer’s feelings. This pairing could prove to be a thorny arrangement.
Aries – Leo
This pairing should work fine. Both subjects have tremendous stamina and staying power, but Leo is a little more goal-oriented and will become the dominant force. Aries may not be able to handle that. In every other way, this match is paradise.
Aries – Virgo
This couple could work if Aries can overlook Virgo’s perfectionism. But Virgo could bring balance to Aries’ life and that is always a good thing.
Aries – Libra
There is a good chance of happiness here since Libra is warm and refined. An Aries Woman usually welcomes these traits, especially if both are on the same intellectual level.
Aries – Scorpio
Scorpio could have trust issues with the Aries woman. Because of her high energy level, she sometimes gives off the wrong vibe for Scorpio. Could work, but tread softly.
Aries – Sagittarius
This has the potential to be a “great” love. It is very possible Aries could find her soul mate with a Sagittarian.
Aries – Capricorn
Aries has little in common with Capricorn and probably will not be attracted to this sign from the get go. Even if a relationship does get off the ground, it will prove difficult.
Aries – Aquarius
This sign is the most compatible with Aries. However, these two usually make better friends than lovers. Looking for a best friend? This is the best choice. A lover? Maybe.
Aries – Pisces
In all likelihood, you will be an open book to the ever-observant, perceptive Pisces. If this doesn’t bother you too much, go for it.
http://www.lifescript.com/Soul/Horoscope/Aries/The_Aries_Woman_10_Personality_Traits.aspx
Monday, October 27, 2008
Diferentes formas de sentir...
Como dá para reparar, digo eu, eu sou uma daquelas pessoas que sente em demasia, apesar de reprimir tudo ao máximo. A meu ver, existe um espectro complexo no qual engoblamos difrentes formas de sentir, e agora, falo mesmo no caso da paixão, diferentes variáveis dessa mesma emoção.
Há a paixão que nasce da amizade e aí permanece: não mais de que um carinho acentuado por alguém que nos trata de uma forma especial e como o qual não nos imaginamos em momentos tórridos (!). Este tipo de paixão, vulgo carinho platónico, é daqueles coisas que nos corroí as entranhas até ao dia em que nos apercebemos que não passa disso mesmo: um carinho especial. Há ainda a paixão que temos por algo que nos dá imenso prazer, mas dessa nem falo, porque hoje estou mesmo voltada para falar o mais abertamente possível sobre "A PAIXÃO": aquela que nos faz corar, agir estupidamente, engolir em seco, e nos impede de pensar coerentemente. Esse tipo que aparece do nada, e que nos permite ficar mais despertos e paradoxalmente mais inconscientes. Falo deste segundo tipo porque o primeiro foi um capítulo encerrado que ocupou uns bons 8 ou 9 meses deste ano, ou seja, quase até à data, ofuscando e impedindo que o segundo tipo, o real, pudesse surgir de onde quer que fosse. Mais uma vez, vindo de mim é previsível perder-me com algo condenado à partida, dado a cobardia de me aventurar em algo que me faz agir menos como uma "ice queen" e mais como "uma indívidua" ( got it?). Já estou a querer fugir deste desabafo, e se me permitem, é mesmo o que vou fazer, baby steps, ok? Muito fica por dizer, mas, para além de não interessar a ninguém, o que me interessa é saber que eliminei mais um obstáculo. Apaixonar-me-ei? Apaixonei-me? Disso certamente não falarei em breve, tão certo é para aqueles que melhor me conhecem. O que importa é a distinção assumida neste momento, conscientemente...
Há a paixão que nasce da amizade e aí permanece: não mais de que um carinho acentuado por alguém que nos trata de uma forma especial e como o qual não nos imaginamos em momentos tórridos (!). Este tipo de paixão, vulgo carinho platónico, é daqueles coisas que nos corroí as entranhas até ao dia em que nos apercebemos que não passa disso mesmo: um carinho especial. Há ainda a paixão que temos por algo que nos dá imenso prazer, mas dessa nem falo, porque hoje estou mesmo voltada para falar o mais abertamente possível sobre "A PAIXÃO": aquela que nos faz corar, agir estupidamente, engolir em seco, e nos impede de pensar coerentemente. Esse tipo que aparece do nada, e que nos permite ficar mais despertos e paradoxalmente mais inconscientes. Falo deste segundo tipo porque o primeiro foi um capítulo encerrado que ocupou uns bons 8 ou 9 meses deste ano, ou seja, quase até à data, ofuscando e impedindo que o segundo tipo, o real, pudesse surgir de onde quer que fosse. Mais uma vez, vindo de mim é previsível perder-me com algo condenado à partida, dado a cobardia de me aventurar em algo que me faz agir menos como uma "ice queen" e mais como "uma indívidua" ( got it?). Já estou a querer fugir deste desabafo, e se me permitem, é mesmo o que vou fazer, baby steps, ok? Muito fica por dizer, mas, para além de não interessar a ninguém, o que me interessa é saber que eliminei mais um obstáculo. Apaixonar-me-ei? Apaixonei-me? Disso certamente não falarei em breve, tão certo é para aqueles que melhor me conhecem. O que importa é a distinção assumida neste momento, conscientemente...
Monday, October 06, 2008
Amizade é...ser gay!

Questiono-me muito sobre o valor da amizade, principalmente sobre a amizade entre sexos opostos. Numa das minhas últimas "pesquisas" verifiquei que raras são as pessoas da minha faixa etária que têm um simples e bom amigo do sexo oposto. Conhecidos? Sim. Amigos da borga? Vários. Amigos? Hum... Levanta-se o véu de sempre, a ténue linha que separa um amigo de mais uma pessoa aleatória que passa pela nossa vida. Abençoados os gay friends com as suas piadas hilariantes e a sua sensibilidade caricata e única.
Estes últimos, merecem, de facto uma homenagem, só mesmo eles para nos animarem quando ninguém consegue, dizerem que estamos lindas e a gente acreditar-se, quando de todos os outros poderá não parecer genuíno, espalharem melhor a nossa base quando saímos apressadamente de casa (!). Continuando a conversa, eles entendem melhor que ninguém os nossos guilty pleasures ( nomeadamente ao nível musical e televisivo) e sabem discutir aquele pequeno pormenor de um filme no qual um rapaz do sexo oposto dificilmente reparará. Cliché? Sorry...realité! As pessoas que se vão cruzando na minha existência apenas confirmam estes factos todos e mais alguns. E perderia uma eternidade a falar sobre as vossas qualidades mas apenas digo... bem hajam! Um muito obrigado por existirem nas nossas vidas.
Saturday, October 04, 2008
Sentir vs Reflectir
Uns de nós estão destinados a sentir demais, a anularem um pouco do que são em prol de outrem. Outros...não! Não digo que já não o tenha feito (a tal questão da cedência) mas ,definitivamente, pertenço ao grupo II, aqueles que (invariavelmente) dissecam tudo e se auto-conduzem ao lugar comum típico: o aborto espontâneo.
São noites como as de ontem que me fazem questionar sobre este tipo de coisas:jantar em ambiente acolhedor (surgido do nada) e um encontro com um amigo adorável, que se prolongou pela noite , desta feita não tão aleatória como as usuais. Pode-se dizer que me contento com estes momentos e dispenso cenas fortuitas e ordinárias, e gostaria que isso fosse altamente contagioso.
Como respeitar o sofrimento alheio sem cair em mais clichés? Como mexer em algo rachado e conseguir não parti-lo ainda mais? Bem, sou péssima nisto de confortar o próximo, estou lá, sou eu e talvez isso não baste. Gostaria de dizer algo mais preciso (mais uma vez palavra "pouco sentida", mas foi a que genuinamente me ocorreu ) e menos sensato. Ser menos franca e mais prestável. Sentir e não reflectir. Sentir o efeito de um gesto e não o peso da minha própria inércia. Sentir e não fazer parte da estatuária do Soares dos Reis ( sorry, mates!), para genuinamente dar por terminada esta reflexão, em vez de me tentar convencer de algo que permanece ainda em aberto. Grupo II minha gente, tal como a tinta ruiva que uso: cobre o que interessa e é semi-permanente; sai aos poucos, deixando sempre vestígios... Faz destas últimas palavras mais sentidas o teu próprio veredicto e permite-te ser, sem sombra de dúvidas, mais do que todos os outros ostentam.
São noites como as de ontem que me fazem questionar sobre este tipo de coisas:jantar em ambiente acolhedor (surgido do nada) e um encontro com um amigo adorável, que se prolongou pela noite , desta feita não tão aleatória como as usuais. Pode-se dizer que me contento com estes momentos e dispenso cenas fortuitas e ordinárias, e gostaria que isso fosse altamente contagioso.
Como respeitar o sofrimento alheio sem cair em mais clichés? Como mexer em algo rachado e conseguir não parti-lo ainda mais? Bem, sou péssima nisto de confortar o próximo, estou lá, sou eu e talvez isso não baste. Gostaria de dizer algo mais preciso (mais uma vez palavra "pouco sentida", mas foi a que genuinamente me ocorreu ) e menos sensato. Ser menos franca e mais prestável. Sentir e não reflectir. Sentir o efeito de um gesto e não o peso da minha própria inércia. Sentir e não fazer parte da estatuária do Soares dos Reis ( sorry, mates!), para genuinamente dar por terminada esta reflexão, em vez de me tentar convencer de algo que permanece ainda em aberto. Grupo II minha gente, tal como a tinta ruiva que uso: cobre o que interessa e é semi-permanente; sai aos poucos, deixando sempre vestígios... Faz destas últimas palavras mais sentidas o teu próprio veredicto e permite-te ser, sem sombra de dúvidas, mais do que todos os outros ostentam.
Thursday, September 18, 2008
E é tempo de mudança...
Estes últimos dias têm sido atribulados, desde notícias positivas a novidades menos boas. Mais uma pessoa que amo com um problema de saúde. Como sempre reúno uma força sem igual nestes momentos, porque não se trata da minha pessoa mas de alguém que me faz gostar de permanecer neste mundo de dissabores e circunstâncias(por vezes) extenuantes.
Sinto falta dos tempos em que tudo era simples,em que não vívíamos de ilusões e respectivas anulações. Tempos nos quais não haviam surpresas deste género nem outras coisas mais que nos fazem palpitar, nem sempre por um bom motivo. Hoje a exaustão comanda as minhas palavras. Preocupo-me contigo e penso no que me desilude também. Desilude-me o facto de não mais me permitir iludir. Desilude-me ser tão forte em determinados assuntos e tão reticiente noutros, ou melhor ainda, nem sequer reticiente de todo. A ausência de carimbos. Mas aqui fica uma fotografia tua, porque és linda em todos os sentidos, e para isso ainda me resta sensibilidade e bom senso.
(ou tê-lo-ia feito se esta porra estivesse a dar...)
Sinto falta dos tempos em que tudo era simples,em que não vívíamos de ilusões e respectivas anulações. Tempos nos quais não haviam surpresas deste género nem outras coisas mais que nos fazem palpitar, nem sempre por um bom motivo. Hoje a exaustão comanda as minhas palavras. Preocupo-me contigo e penso no que me desilude também. Desilude-me o facto de não mais me permitir iludir. Desilude-me ser tão forte em determinados assuntos e tão reticiente noutros, ou melhor ainda, nem sequer reticiente de todo. A ausência de carimbos. Mas aqui fica uma fotografia tua, porque és linda em todos os sentidos, e para isso ainda me resta sensibilidade e bom senso.
(ou tê-lo-ia feito se esta porra estivesse a dar...)
Tuesday, September 09, 2008
Sara Melson - Feel It Coming
that’s it, I’m all better now
Spit up the last of what made me hurt
I feel light as a feather now
At last I finally know my worth
Thought I’d never learn to be alone
Open all the windows wide
Turn the ringer off the phone
Light my orange candles every night
And I’m wishing on a new moon
Something better’s coming
It’s coming soon….
I feel it coming, I feel it coming, I feel it coming
I close my eyes up on the high, high dive
Stretch my arms up to the sky
Endless water is deep below
But somewhere in the air I’ll learn to fly
I’m wishing on a new moon
Something better’s coming
It’s coming soon
I feel it coming, I feel it coming, I feel it coming
It’s so easy to complain
But it’ll make you insane
That same routine
The impulse to be mean
But the grass is oh so green
After winter rain
I feel it coming, I feel it coming, I feel it coming
I feel it coming, I feel it coming, I feel it coming
I feel it coming, I feel it coming, I feel it coming
Spit up the last of what made me hurt
I feel light as a feather now
At last I finally know my worth
Thought I’d never learn to be alone
Open all the windows wide
Turn the ringer off the phone
Light my orange candles every night
And I’m wishing on a new moon
Something better’s coming
It’s coming soon….
I feel it coming, I feel it coming, I feel it coming
I close my eyes up on the high, high dive
Stretch my arms up to the sky
Endless water is deep below
But somewhere in the air I’ll learn to fly
I’m wishing on a new moon
Something better’s coming
It’s coming soon
I feel it coming, I feel it coming, I feel it coming
It’s so easy to complain
But it’ll make you insane
That same routine
The impulse to be mean
But the grass is oh so green
After winter rain
I feel it coming, I feel it coming, I feel it coming
I feel it coming, I feel it coming, I feel it coming
I feel it coming, I feel it coming, I feel it coming
Saturday, August 23, 2008
Katherine Moennig aka Shane [ L-word]

Bem, a minha 2ª paixão dyke, depois da Lauren Ambrose. Adoro a série, e claro está, tinha que me sentir atraída por esta personagem, não fosse ela, para além de muito atraente, a gaja que literalmente fode todas as outras. E porque sou uma super fag-hag o lesbianismo também não me mete confusão, de todo, apesar da minha orientação sexual ser o comum. Gaja que gosta de gajos, desde os vulgares pseudo-complicados passando pelos característicos acéfalos e tendo como limite os que reúnem todas as qualidades referidas anteriormente (!).
Continuando as divagações num dia de notícias positivas, e que já me puseram a pensar que tenho uma decisão inadiável para tomar, graças a dois grandes amigos, o meu special thanks to Angie & Ricardo, esta actriz merece destaque, a meu ver, tal é o magnetismo da mesma quando nos deparamos com ela no pequeno ecrã.
A título de curiosidade a not-so lovely Shane é capricórnio, o meu 2ª signo de eleição logo após sagitário...
Shane - You're beautiful, and I like you a lot, but I like a lot of people.
[ kinky Shane (",)]
Wednesday, August 20, 2008
Don´t be light
Sim, não tenho sido nada branda nos meus últimos queixumes, mas por alguma razão são dignos de registo. Obrigado por apareceres quando não estou, obrigado a sério pela ajuda. Ironia e sarcasmo, armas de todos aqueles que não sabem lidar com as emoções na altura certa e resolvem exibir o seu charme duvidoso fora de horas, já que executar algo atempadamente seria pedir muito. Não obstante, não te pedi muito, mas peço mais que isto. Ponderando bem a questão, num momento tao fugaz como a tua suposta presença e preocupação, não peço algo mais, retribuir-te-ei tão somente aquilo com que me deixaste. Aguarda para ver. A amizade é isto mesmo. Ver como são os outros quando nada lhes falta. Só aí vemos se realmente são dignos da palavra "amigo". Adivinha lá agora então...
Odeio pessoas!
Apetece-me divagar sobre o tema, porque de facto "odeio pessoas". Quem me conhece mininamente sabe que eu não tenho problemas eu dizer aberta e rudemente as coisas, apesar de, na maioria das vezes, até ser aquela pessoa odiavelmente simpática que disparata sobre tudo. Contudo, o meu genuíno ódio por pessoas transaparece. Indiscriminadamente não tenho paciência para o ser humano com as suas permanentes pseudo-mutações. Permanentes e prevísiveis. Mais uma vez caímos no taylorismo e na estandardização. E, quanto mais odeio o ser humano, mais gosto de mim e de meia dúzia de não-pessoas (Ricardo, Paulinho, Ticha, Alice, Claudia, Hélio, Marina e desculpem lá aqueles dos quais não tenho agora paciência para me lembrar). Não-pessoas porque não correspondem a protótipos defeituosos e mecanizados, e porque genuinamente e manifestadamente com os seus acessos de loucura espontânea (Paulinho amor, lembro-me logo de ti..), realmente vibram com as pequenas grandes coisas. O meu ódio por pessoas remete-me sempre para o meu amor por indivíduos, gosto mais desta palavra, fria e tal, porque poucos são aqueles que o são e que vivem por si, se é que me fiz entender. Mais uma vez, e genuinamente, estou-me mesmo a cagar para tudo no geral, como alguns de vocês bem sabem, mas isto sempre numa perspectiva subjectiva porque por vocês o meu amor bruto transparece e é incondicional. E pronto, afirmação do dia: pessoas... não gosto de vocês! Obrigado a todos :)
Monday, June 30, 2008
Palavras de exaustão
As palavras não se gastam, o que se gasta é o uso desregrado das mesmas. Começo eu com as minhas divagações a propósito do desgaste mental de fim de dia. Uma rotina que, a dados momentos eu não consigo quebrar, mais do que uma necessidade, uma robotização patente em todos aqueles que se questionam demasiado e se conformam com as ocorrências mundanas. Pessoas demasiado genuínas que, não conseguem adaptar-se a uma série de cinrcunstâncias, que, e agora falo pelo que conheço, são não mais do que regras extenuantes que surgiram não de uma necessidade mas , tão somente ,de uma pretensão. Todos nós temos vícios ou manias peculiares, e nesse sentido, ou nos conformamos ou fazemos algo no sentido de os suprir. Pois bem, hoje não tenho moral para falar de combater o que me mantém desperta. De incentivar quem quer que seja a reconsiderar esses mesmos vícios. Hoje,e neste preciso momento, tudo o que posso dizer é que não me acredito em acções contraditórias a predisposições. E hoje estou predisposta a disaparatar comigo mesma, já que é um acto que não prejudica ninguém à minha volta. Egoísta mas consciente. Por mais uns momentos.
Thursday, May 01, 2008
Quebra cabeças
7/Abr/2008 20:25
Fragmentos do meu ser que insistem em obstruir o caminho da união. Por vezes encontrar a combinação certa é demasiado prevísivel, e nenhum de nós gosta de abraçar aquilo que à partida pode alcançar sem esforço. Não falo somente de pessoas, falo também de soluções, de viabilizar algo que à partida poderia dar uma maior constância. Falar de pessoas seria outro lugar-comum, não consigo falar mais de algo que simplesmente morreu no silêncio de actos contraditórios a intenções. Finalmente percebo porquê e, agradeço todo este ponderar que não foi excessivo, tão somente cauteloso. Contra-procedente seria não o ter feito. Supostamente deveria ser impulsiva, no entanto sou demasiado consciente e não vou lutar mais contra a minha natureza. Abraçar os defeitos, aceitar o que , por vezes se revela útil não é, de todo, crime. Posto isto, perco-me em devaneios e fantasias, como é tão caracteristicamente meu, o esboçar de um caminho serpenteado e a perda de tempo com pensamentos perfeitamente inuteís. Não obstante, permanece tudo intacto neste limbo entre o possível e o imaginário, porque a simplicidade, essa não se alcança decompondo uma série de protótipos defeituosos, mas apenas na essência perfeitamente imperfeita de vivências, já por si, decifradas. Não me canso de repetir... Vou sonhar, sonhar com a simplicidade que não existe sem pretensão, com a pretensão que não existe sem insegurança, com os defeitos que não existem sem virtudes...
Isto serve de justificação para todo o processo de libertação, até o blogue foi vitimizado face a uma aplicação inferior... Por vezes é preciso estar ciente da queda para pular a cerca (e há quem o faça, literalmente!)
Fragmentos do meu ser que insistem em obstruir o caminho da união. Por vezes encontrar a combinação certa é demasiado prevísivel, e nenhum de nós gosta de abraçar aquilo que à partida pode alcançar sem esforço. Não falo somente de pessoas, falo também de soluções, de viabilizar algo que à partida poderia dar uma maior constância. Falar de pessoas seria outro lugar-comum, não consigo falar mais de algo que simplesmente morreu no silêncio de actos contraditórios a intenções. Finalmente percebo porquê e, agradeço todo este ponderar que não foi excessivo, tão somente cauteloso. Contra-procedente seria não o ter feito. Supostamente deveria ser impulsiva, no entanto sou demasiado consciente e não vou lutar mais contra a minha natureza. Abraçar os defeitos, aceitar o que , por vezes se revela útil não é, de todo, crime. Posto isto, perco-me em devaneios e fantasias, como é tão caracteristicamente meu, o esboçar de um caminho serpenteado e a perda de tempo com pensamentos perfeitamente inuteís. Não obstante, permanece tudo intacto neste limbo entre o possível e o imaginário, porque a simplicidade, essa não se alcança decompondo uma série de protótipos defeituosos, mas apenas na essência perfeitamente imperfeita de vivências, já por si, decifradas. Não me canso de repetir... Vou sonhar, sonhar com a simplicidade que não existe sem pretensão, com a pretensão que não existe sem insegurança, com os defeitos que não existem sem virtudes...
Isto serve de justificação para todo o processo de libertação, até o blogue foi vitimizado face a uma aplicação inferior... Por vezes é preciso estar ciente da queda para pular a cerca (e há quem o faça, literalmente!)
Saturday, March 01, 2008
Cai mais uma máscara
Somos aquilo que teimamos em não ver,e, por mais que queiramos mostrar aquilo que não somos, as máscaras caem abruptamente. Custa crescer, e mais ainda, é doloroso ver os outros estagnados aos nossos olhos, talvez por ser díficil aceitar a evolução natural das coisas quando por ela já passamos. Exigimos demais, de nós, das circunstâncias que nos rodeiam, quando na realidade nunca estamos inteirados acerca das mesmas.
Por vezes sou frágil, e sou tudo aquilo que teimo em arrumar no sotão, não obstante, a poeira acaba por me cobrir e tudo aquilo que tenciono ofuscar desfaz-se num singelo instante. Se pudesse apagava todos estes momentos de clareza de espírito, e mergulhava na negritude que insisto em escavar nas minhas entranhas, mas de momento só consigo fracassar e ser o reflexo da minha inquietação e ingenuidade. Sou uma sonhadora, porém caio frequentemente dos abismos fantasiosos e surreais que vou criando, expectante e inocentemente. Confundo-me intencionalmente para camuflar o que não me quero permitir sentir. Há formas de masoquismo e auto-flagelação que ultrapassam o domínio físico, e pode-se dizer que adquiri um mestrado nas mesmas. Não me quero questionar nem permitir sentir, todavia o peso das reticiências que são fruto das minhas acções não me dão outra escolha. E, uma vez mais, resolvi anular-me em prol de algo que me supera, até, quem sabe um dia, já não sinta necessidade de desenhar mais um esboço sem qualidade.
"Honestly, what will become of me
Don't like reality
It's way too clear to me
But really life is dandy
We are what we don't see
Miss everything daydreaming"
8 e 18, sóbria e demasiado coerente...
Por vezes sou frágil, e sou tudo aquilo que teimo em arrumar no sotão, não obstante, a poeira acaba por me cobrir e tudo aquilo que tenciono ofuscar desfaz-se num singelo instante. Se pudesse apagava todos estes momentos de clareza de espírito, e mergulhava na negritude que insisto em escavar nas minhas entranhas, mas de momento só consigo fracassar e ser o reflexo da minha inquietação e ingenuidade. Sou uma sonhadora, porém caio frequentemente dos abismos fantasiosos e surreais que vou criando, expectante e inocentemente. Confundo-me intencionalmente para camuflar o que não me quero permitir sentir. Há formas de masoquismo e auto-flagelação que ultrapassam o domínio físico, e pode-se dizer que adquiri um mestrado nas mesmas. Não me quero questionar nem permitir sentir, todavia o peso das reticiências que são fruto das minhas acções não me dão outra escolha. E, uma vez mais, resolvi anular-me em prol de algo que me supera, até, quem sabe um dia, já não sinta necessidade de desenhar mais um esboço sem qualidade.
"Honestly, what will become of me
Don't like reality
It's way too clear to me
But really life is dandy
We are what we don't see
Miss everything daydreaming"
8 e 18, sóbria e demasiado coerente...
Subscribe to:
Posts (Atom)