Não, não estou a ouvir goldfrapp, mas sim fischerspooner... Relembro-me de todos os momentos passados no triplex, amanhã devo lá voltar, e de lá tenho recordações excelentes. Eu e a Claudinha divertidas e sem preocupações, sem tempo para longas metragens de fim duvidoso... Por vezes o importante é sentir, sem pensar, só estar em contacto com o que nos causa prazer e não reflectir sobre coisa alguma. Tudo o que não somos capazes de racionalizar torna-se num sentimento dubio, em algo para ser esquecido, portanto talvez o melhor seja simplesmente (des)racionalizar de uma vez por todos e buscar o prazer imediato proporcionado simplesmente pelo apuramento dos nossos sentidos.
Não consigo dormir, e não obstante, não paro de pensar em parar de o fazer(?!). Apenas por uma hora que seja, experienciar tudo aquilo pelo que passam as pessoas descomplicadas, tudo aquilo pelo que passo quando estou a ouvir uma musica electroclash, que me impede de remeter para mais (des)associações da minha experiência passada.
Prendemo-nos a pensamentos surreais, a pinturas de Dali, com todas as suas associações à libido de uma forma, a meu ver, tão opressiva ou então, melhor dizendo, obscura. Gosto muito de Dali, apesar de não ser uma conhecedora de arte, mas desta feita quero ser eu a pintar a tela, ou melhor a "iluminura" da minha futura vida...
Friday, May 13, 2005
Wednesday, May 11, 2005
Return to hell
Começaram as aulas, e eu sinto-me mesmo deslocada. Não percebo nada do que se passa à minha volta e começo a perder o interesse. Se é suposto tudo ser um amontoado de peças que não tem encaixe possível, para quê o mínimo empenho? O que importa tentar alcançar isto ou aquilo, quando o que realmente queremos se encontra num horizonte tão longínquo?
Pareço uma bipolar a falar, às vezes é mesmo assim que me sinto: bipolar, borderline qualquer desculpa cliche para se ser patético e agressivo( desculpem-me os portadores de tais doenças...).
Já tentei mudar mas não é possível mudarmos algo só por nós mesmos, quando ninguém se disponibiliza para ajudar, e, neste caso concreto falo de certas e determinadas pessoas que se põem com joguinhos mentais próprios da idade da pedra, melhor ainda, da idade da perda! Pois será isso que vai acontecer. Mais uma vez, agradeço a todos aqueles que não são assim, a todos aqueles que me fazem pensar que tudo isto não é assim tão mau. Os outros... e sendo grossa: que se fodam! Pois a única merda que sabem fazer é destruir toda à sua volta, inclusive eles próprios... Cobardes que tem medo de se assumir e de assumir o que não entendem, que se acham de uma superioridade exarcebada quando a única coisa que possuem é falta de criatividade e de personalidade. Este é o meu grito de revolta para todos esses que não se dão ao trabalho de construir o quer que seja, que só sentem bem no seu mundo tão, mas tão limitado!
Pareço uma bipolar a falar, às vezes é mesmo assim que me sinto: bipolar, borderline qualquer desculpa cliche para se ser patético e agressivo( desculpem-me os portadores de tais doenças...).
Já tentei mudar mas não é possível mudarmos algo só por nós mesmos, quando ninguém se disponibiliza para ajudar, e, neste caso concreto falo de certas e determinadas pessoas que se põem com joguinhos mentais próprios da idade da pedra, melhor ainda, da idade da perda! Pois será isso que vai acontecer. Mais uma vez, agradeço a todos aqueles que não são assim, a todos aqueles que me fazem pensar que tudo isto não é assim tão mau. Os outros... e sendo grossa: que se fodam! Pois a única merda que sabem fazer é destruir toda à sua volta, inclusive eles próprios... Cobardes que tem medo de se assumir e de assumir o que não entendem, que se acham de uma superioridade exarcebada quando a única coisa que possuem é falta de criatividade e de personalidade. Este é o meu grito de revolta para todos esses que não se dão ao trabalho de construir o quer que seja, que só sentem bem no seu mundo tão, mas tão limitado!
Monday, May 02, 2005
Rules of attraction

Este filme, que exemplifica bem a vida pré-adulta inspirou-me hoje para a criação de um novo post. Andamos de tal forma com a cabeça à roda, que nada se resolve, tudo permanece guardado num cantinho da nossa mente, até que, por algum motivo "acidental", esse cantinho é desnudado.
Normalmente não é por um bom motivo, é o tal "acidente" que faz com que tudo o que não foi assumido assim o seja... Gostava que, por uma vez, se transformasse em algo positivo, e lá estou a ser demasiado pessoal, ninguém a conseguir perceber do que falo e por que motivo me lembrei disso. Falo de ti, falo dele, falo de tudo isto que não entendo mas que me dá alento, de uma forma mesmo engraçada. O teu jeito de falar é tão intenso, arrepia a forma como banalizas tudo e depois te tornas numa pessoa tão doce, sem te questionares sobre nada, tal como disseste"sou nervoso, indeciso e ansioso mas que gosto, gosto".
Esta semana foi demasiado intensa, a queima é sempre assim, uma pessoa acaba por não perceber nada do que vai na cabeça, nem querer perceber, o que importa é estar com os amigos, e nesse aspecto eu, a ju, a elsa e o liot curtimos muito.
Mas a última noite contigo também foi especial, pela tua naturalidade, és como eu, um aluado/louco/queridinho....
Tenha isto o rumo que tiver vai ser uma história para recordar sempre, e a nossa amizade não há de cessar, sinto-o...
Saturday, April 30, 2005
Perfect kind of love
Apeteceu-me fazer algo que em mim não é usual: homenagear os meus amigos. Não é que vocês não saibam tudo aquilo que vou dizer, mas sabem-no atrvés das minhas acções, que, não obstante, tonaram-se bem mais significantes que qualquer palavra proferida.
São vocês que merecem todo e qualquer tipo de análise emocional, dado que, no vosso caso, ela é instintiva, é por vocês, e só por vocês, que sei perfeitamente o que sinto e tudo aquilo que sou capaz de fazer.
Só a vocês opto por raramente mentir, não me apetece, digo-o, ou então quando minto são as mentirinhas mais insignificantes possiveís, e apenas para evitar futuras chatices. O ser humano é naturalmente "enganador", quem diz que nunca mente está obviamente a mentir a si mesmo..
Vocês dão outra cor à minha vida enublada, tornam-na vermelha e viva, tal é a cor de minha eleição. Podemos ter os nossos conflitos, com uns mais do que com outros: não é Ricardo? Mas isso só fortalece o nosso amor, e é por isso, e peço desculpa aos restantes, que sei que tu és uma das pessoas mais importantes da minha vida.
Não me vou pôr com mais observações pessoais, amo-vos a todos, e pronto, para alguém como eu isso é demasiado importante, saber situar-me em relação a determinadas pessoas, sem ter dúvidas do que sinto.
Este post veio na continuidade do meu egoísmo, de tudo aquilo que não sei sentir, mas enveredou por um caminho muito mais digno, não altruísta, essa palavra reservo às ínfimas pessoas que assim o são.
Não sou pessoa de grandes escritos, para mim o essencial diz-se em poucas palavras: adoro-vos e a vocês nunca nada será metaforizado, visto que a naturalidade que nos une é o factor mais importante.
Dedico este post às seguintes pessoas: Ricardo, Claúdia, Joana(s), Ana(s), Ângela, Paulo, Ruben, Sandra e Hélio...
São vocês que merecem todo e qualquer tipo de análise emocional, dado que, no vosso caso, ela é instintiva, é por vocês, e só por vocês, que sei perfeitamente o que sinto e tudo aquilo que sou capaz de fazer.
Só a vocês opto por raramente mentir, não me apetece, digo-o, ou então quando minto são as mentirinhas mais insignificantes possiveís, e apenas para evitar futuras chatices. O ser humano é naturalmente "enganador", quem diz que nunca mente está obviamente a mentir a si mesmo..
Vocês dão outra cor à minha vida enublada, tornam-na vermelha e viva, tal é a cor de minha eleição. Podemos ter os nossos conflitos, com uns mais do que com outros: não é Ricardo? Mas isso só fortalece o nosso amor, e é por isso, e peço desculpa aos restantes, que sei que tu és uma das pessoas mais importantes da minha vida.
Não me vou pôr com mais observações pessoais, amo-vos a todos, e pronto, para alguém como eu isso é demasiado importante, saber situar-me em relação a determinadas pessoas, sem ter dúvidas do que sinto.
Este post veio na continuidade do meu egoísmo, de tudo aquilo que não sei sentir, mas enveredou por um caminho muito mais digno, não altruísta, essa palavra reservo às ínfimas pessoas que assim o são.
Não sou pessoa de grandes escritos, para mim o essencial diz-se em poucas palavras: adoro-vos e a vocês nunca nada será metaforizado, visto que a naturalidade que nos une é o factor mais importante.
Dedico este post às seguintes pessoas: Ricardo, Claúdia, Joana(s), Ana(s), Ângela, Paulo, Ruben, Sandra e Hélio...
Wednesday, April 27, 2005
High Expectations
Gostava de saber porque esperam tanto de mim?! Eu não sei o que esperar no geral, e à minha volta cercam-me com um muro de expectativas enormes, como se eu tivesse alguma aptidão fora do normal... Tudo o que demonstro é uma enorme insatisfação, que é interpretada ora como se fosse capaz de grandes feitos, ora como se tivessem medo do que me podem dizer. De qualquer das formas sinto uma grande pressão, no sentido de desejar que me vissem como realmente sou, talvez "muito capaz de" mas sobretudo " mais frágil do que".
Estou farta de interpelar quem não me diz nada e não dizer o que quero a quem quero! É a minha maior falha, aquela que não vejo meios de superar, que perdurará e se eu não me acautelar irá pôr termo a qualquer vislumbramento de autenticidade. Sou genuinamente pessimista, mas também existe mais do que aquilo que tão intensamente mostro.
Peço-te desde já desculpas, visto que não sei se mesmo a ti, que supostamente conheces tudo de mim, serei capaz de acompanhar sem a maldita máscara dos relacionamentos. Como o Paulo e eu um dia discutimos, é díficil livrarmo-nos de algo que, apesar de nos destruir, sustém as nossas preocupações que tendem a ser exarcebadas...
Estou farta de interpelar quem não me diz nada e não dizer o que quero a quem quero! É a minha maior falha, aquela que não vejo meios de superar, que perdurará e se eu não me acautelar irá pôr termo a qualquer vislumbramento de autenticidade. Sou genuinamente pessimista, mas também existe mais do que aquilo que tão intensamente mostro.
Peço-te desde já desculpas, visto que não sei se mesmo a ti, que supostamente conheces tudo de mim, serei capaz de acompanhar sem a maldita máscara dos relacionamentos. Como o Paulo e eu um dia discutimos, é díficil livrarmo-nos de algo que, apesar de nos destruir, sustém as nossas preocupações que tendem a ser exarcebadas...
Sunday, April 24, 2005
Is this love that I´m feeling?!
Isto hoje vai assumir a forma de um relato... Sexta fiquei a saber que o Daniel gosta de mim, bem, já tínhamos bebido uns copos e foi muito estranho. Apercebi-me que também gosto dele, apenas tinha medo de o assumir. Somos dois seres loucos: foi preciso beber para confesssar os sentimentos. Ele tinha medo que eu não correspondesse aos seus sentimentos, escusado seria dizer porquê: não sou propriamente uma pessoa afectuosa e que transparece o que sente.
É estranho isto de gostar de uma pessoa que conhecemos há imenso tempo, que sabe quase tudo sobre nós, inclusive as histórias de outras paixões e as noites de bebedeiras desenfreadas... Mas por outro lado, conheço-o o suficiente para confiar nele, e se em cinco anos de amizade nunca nos chateamos, não estou a ver os problemas a surgirem agora...
Eu, que tendenciosamente, complico tudo, sinto-me agora segura e confiante, não sei se já para assumir uma relação, mas para estar com ele, e falarmos sobre isto...
Um post escrito num momento de alegria!!! Isto não costuma acontecer... :))
É estranho isto de gostar de uma pessoa que conhecemos há imenso tempo, que sabe quase tudo sobre nós, inclusive as histórias de outras paixões e as noites de bebedeiras desenfreadas... Mas por outro lado, conheço-o o suficiente para confiar nele, e se em cinco anos de amizade nunca nos chateamos, não estou a ver os problemas a surgirem agora...
Eu, que tendenciosamente, complico tudo, sinto-me agora segura e confiante, não sei se já para assumir uma relação, mas para estar com ele, e falarmos sobre isto...
Um post escrito num momento de alegria!!! Isto não costuma acontecer... :))
Monday, April 18, 2005
Pure Massacre
Encontro-me num seminário na Fundação Serralves e essa música dos Silverchair vai de encontro ao tipo de dor que me estão a infligir... Cada vez mais me sinto numa clausura labiríntica.
"Deformações e distorções", sim, é tudo isso que consigo visualizar momentaneamente... É claro que temos que nos conformar com coisas que nos desagradam profundamente, para conseguirmos transpôr o domínio do nosso amaldiçoado alter-ego, mas será que isto não termina?!
Estou farta deste tipo de pressão, como é que num espaço tão magnificiente quanto este se abordam as coisas de uma forma tão chata, tão estereotipada! Parabéns, acaba de superar um determinado professor a expôr a matéria de uma forma confusa e aborrecida!!! E depois queixam-se que Portugal não avança, e dinamismo? Onde é que ele anda?! Criatividade e interactividade, não?!
Alguns resultados que consigo atingir são satisfatórios, admito-o, mas maioritariamente colho as sementes oriundas dos meus próprios demónios, até que, "talvez um dia" acabe com essa reticiência impertinente!!!
"Deformações e distorções", sim, é tudo isso que consigo visualizar momentaneamente... É claro que temos que nos conformar com coisas que nos desagradam profundamente, para conseguirmos transpôr o domínio do nosso amaldiçoado alter-ego, mas será que isto não termina?!
Estou farta deste tipo de pressão, como é que num espaço tão magnificiente quanto este se abordam as coisas de uma forma tão chata, tão estereotipada! Parabéns, acaba de superar um determinado professor a expôr a matéria de uma forma confusa e aborrecida!!! E depois queixam-se que Portugal não avança, e dinamismo? Onde é que ele anda?! Criatividade e interactividade, não?!
Alguns resultados que consigo atingir são satisfatórios, admito-o, mas maioritariamente colho as sementes oriundas dos meus próprios demónios, até que, "talvez um dia" acabe com essa reticiência impertinente!!!
Sunday, April 17, 2005
American Beauty
Não, este post não é dedicado a esse excelente filme, mas de qualquer maneira relaciona-se com ele. Toda essa falsa beleza que as pessoas procuram incessantemente, esse ideal irritante. "Beauty is in the eye of the beholder" é uma frase que já não se aplica. Estamos na geração do físico, do ideal supremo da embalagem perfeita, e nulo interesse no conteúdo. Atrevo-me a generalizar, visto que em 90% dos casos é o que se constata.
"Tem pinta". Sim?! E o facto de snifar coca, isso não interessa?! Desculpa amiga, sei que interessou e muito, mas tinha que aludir a esse facto... Falo e também reparo nisso, obviamente, mas já não me desperta o mínimo interesse para além do estético.
Estou farta que falem comigo por me acharem bonitinha, e que não reparem que tenho um cérebro e que funciona plenamente. Fartei-me de conversas cliche, de lugares-comuns, como diria a minha tão amada Claire: "You know what I wish? I wish that just once people wouldn´t act like the cliches that they are".
Atrevo-me a atacar a minha própria geração, que em vez de mostrar que pensa, limita-se a agir pelo instinto animal. Sabem, se temos espírito criativo e construtivo, é por alguma razão... Não é para ser usado apenas nos campos mais básicos...
"Tem pinta". Sim?! E o facto de snifar coca, isso não interessa?! Desculpa amiga, sei que interessou e muito, mas tinha que aludir a esse facto... Falo e também reparo nisso, obviamente, mas já não me desperta o mínimo interesse para além do estético.
Estou farta que falem comigo por me acharem bonitinha, e que não reparem que tenho um cérebro e que funciona plenamente. Fartei-me de conversas cliche, de lugares-comuns, como diria a minha tão amada Claire: "You know what I wish? I wish that just once people wouldn´t act like the cliches that they are".
Atrevo-me a atacar a minha própria geração, que em vez de mostrar que pensa, limita-se a agir pelo instinto animal. Sabem, se temos espírito criativo e construtivo, é por alguma razão... Não é para ser usado apenas nos campos mais básicos...
Saturday, April 16, 2005
(none) feeling
Este post é dedicado ao Daniel, grande amigo, mas também amigo de grandes confusões. Normalmente não falo sobre paixões, não de forma tão explícita, mas hoje apetece-me, até porque, é sobre a falta de paixão( para não variar) que me vou debruçar.
Não percebo o que nos consome, sim, é o desejo, mas ao fim de cinco anos de amizade não é normal, mesmo tendo a pessoa em questão admitido, já há alguns anos que se sentia atraído pela minha estranha pessoa...
Bem, não sei se isto é saudável ou não, mas quando o nosso amigo é, (fisicamente) a perfeição, resistir, é tarefa que não se afigura possível. Hoje será mais uma noite de convívio, ou melhor será dizer, alcoól, e veremos o que se irá suceder. Seja como for, estou farta de ser a "miss non-sex", o celibato acaba por cansar, e , não é por ser com uma pessoa amiga, que até não é boa ideia.
Alguém que nos conhece, e pelo qual o sentimento é apenas de afeição simbólica, não possui o poder de nos magoar, o que, para alguém tão cobarde como eu é perfeito. Falo demais, mas já sei que na prática vou continuar à procura de alguém que não existe para partilhar qualquer rasgo de intimidade física comigo. Too much exposure? Who cares! A pessoa que me interessar, não há de ler isto antes que tal me apeteça. Até lá, obrigado por existires (blog) , aqui ficam mais uns pensamentos de uma miúda overrated...
Não percebo o que nos consome, sim, é o desejo, mas ao fim de cinco anos de amizade não é normal, mesmo tendo a pessoa em questão admitido, já há alguns anos que se sentia atraído pela minha estranha pessoa...
Bem, não sei se isto é saudável ou não, mas quando o nosso amigo é, (fisicamente) a perfeição, resistir, é tarefa que não se afigura possível. Hoje será mais uma noite de convívio, ou melhor será dizer, alcoól, e veremos o que se irá suceder. Seja como for, estou farta de ser a "miss non-sex", o celibato acaba por cansar, e , não é por ser com uma pessoa amiga, que até não é boa ideia.
Alguém que nos conhece, e pelo qual o sentimento é apenas de afeição simbólica, não possui o poder de nos magoar, o que, para alguém tão cobarde como eu é perfeito. Falo demais, mas já sei que na prática vou continuar à procura de alguém que não existe para partilhar qualquer rasgo de intimidade física comigo. Too much exposure? Who cares! A pessoa que me interessar, não há de ler isto antes que tal me apeteça. Até lá, obrigado por existires (blog) , aqui ficam mais uns pensamentos de uma miúda overrated...
Thursday, February 17, 2005
And... It´s February!!!
Não me perguntem por que motivo gosto dos títulos em inglês, serei obrigada a responder que é por me parecerem mais reais. Bem, posto isto já comecei a divagar e cá estou eu num momento importante para mim, insignificante para tantos outros: o meu ódio vago por este país de merda. Não tenho escrito nada, mas não é por não ter sobre o que escrever, estive em Londres e apesar dos contratempos que tive que enfrentar, desta vez sem um rasgo de culpa, o facto é que ao voltar senti mais uma vez tudo o que odeio... Apatia, tédio, tudo isso que me faz agir como se fosse uma cabra ingrata quando no fundo até sou uma cabra agradecida.
Não espero que alguém me entenda, eu sou mesmo um ser inexplicável, só quero que saibam que apesar de todo o nevoeiro ainda existe uma fatia de bolo de chocolate à vossa espera( tinha que brincar com comida, visto ser uma das minhas adições ridículas).
Também não entendo a razão da minha exposição, já que a vulnerabilidade que me é intrínseca causa-me nauseas, e apesar de hoje não estar a escrever merda nenhuma continuo a fazê-lo. Parece que agora estou oficialmente sem talento para o quer que seja. Preciso voltar a sair daqui urgentemente, em Londres vislumbrava-se um brilho no meu rosto, alegria, mas agora com mais estes problemas dos quais me recuso a falar isso não fará parte dos meus próximos projectos.
Bye 4 now*
Não espero que alguém me entenda, eu sou mesmo um ser inexplicável, só quero que saibam que apesar de todo o nevoeiro ainda existe uma fatia de bolo de chocolate à vossa espera( tinha que brincar com comida, visto ser uma das minhas adições ridículas).
Também não entendo a razão da minha exposição, já que a vulnerabilidade que me é intrínseca causa-me nauseas, e apesar de hoje não estar a escrever merda nenhuma continuo a fazê-lo. Parece que agora estou oficialmente sem talento para o quer que seja. Preciso voltar a sair daqui urgentemente, em Londres vislumbrava-se um brilho no meu rosto, alegria, mas agora com mais estes problemas dos quais me recuso a falar isso não fará parte dos meus próximos projectos.
Bye 4 now*
Sunday, January 23, 2005
Psychological needs
Tanta dor, não sei por que motivo me atacaste ultimamente... Tudo isto que não quero sentir, mas que se me impõe e me faz desfocar a lente, uma vez mais. Daqui a uma semana vou tirar férias de tudo isto, quem sabe, até da minha própria identidade, e assumir novas formas, formas essas, espero eu, mais aliciantes. Não consigo perceber o motivo de tanta ansiedade, talvez a nulidade do ser humano me assuste demasiado. Talvez esteja farta de todas estas conversas banais, pessoas sem conteúdo que se cruzam no meu caminho e que, inevitavelmente, acabo por rejeitar. Rejeito-as tal como rejeito o meu exterior. Nada se afigura mais importante do que a personalidade, se bem que também seria hipócrita se fingisse que a aparência não importa...
Onde estão todos esses que me entendem? São poucos os que falam a mesma linguagem do que eu. Recentemente incluí outra pessoa na categoria de "good achievements": a Ana Raquel. Não me admira que nos chateemos no futuro, mas já há muito tempo que não encontrava alguém com uma personalidade extra-ordinária( sim, sei que não é assim que se escreve, mas é para que entendam o que pretendo dizer...). De resto, só vejo mais e mais pessoas desbotadas e outras tais que são idiotas demais para merecerem uma qualquer forma de catalogação. "Eu quero", efectivamente, quero. Quero mudar e quero deixar de me afectar por toda a banalidade que me cerca. Um dia virá ao meu encontro, ou eu darei o derradeiro passo para enaltecer algo mais... Não será uma pessoa, essas são naturalmente enaltecidas quando surgem e me conquistam, tarefa tão árdua...
Onde estão todos esses que me entendem? São poucos os que falam a mesma linguagem do que eu. Recentemente incluí outra pessoa na categoria de "good achievements": a Ana Raquel. Não me admira que nos chateemos no futuro, mas já há muito tempo que não encontrava alguém com uma personalidade extra-ordinária( sim, sei que não é assim que se escreve, mas é para que entendam o que pretendo dizer...). De resto, só vejo mais e mais pessoas desbotadas e outras tais que são idiotas demais para merecerem uma qualquer forma de catalogação. "Eu quero", efectivamente, quero. Quero mudar e quero deixar de me afectar por toda a banalidade que me cerca. Um dia virá ao meu encontro, ou eu darei o derradeiro passo para enaltecer algo mais... Não será uma pessoa, essas são naturalmente enaltecidas quando surgem e me conquistam, tarefa tão árdua...
Saturday, January 01, 2005
Sentes a forma como te odeias? Odeias a forma como te sentes?
Estou a ouvir Bush, e a sentir toda uma ligação com esta música. Já há muito tempo que me apercebi que a minha verdadeira natureza não é a outra face da moeda. Tudo de trás para a frente, tudo uma distorção constante, a junção dos factos já não me amedronta, estou consciente de que não posso desistir desta luta, ou então nunca mais serei capaz de me reencontrar algures, onde alguém será capaz de ver tudo o que encobri neste nevoeiro dissimulado. Continuo a interpretar a minha vida como um quebra-cabeças, sei que existe uma mensagem subliminar que me vai ajudar a ser o que amo mas também tudo aquilo que ainda não fui capaz de apaziguar, num lugar de destaque do meu ser. Sei que a razão destes momentos de angústia está intimamente relacionada com o meu medo de ser feliz, e com todas as corrosões que deixei adormecidas dentro da minha mente. Já não gosto tanto de sonhar acordada, sinto que a minha imaginação foi catapultada, no entanto, quando me limito a sentir, nem tudo se perspectiva de uma forma tão negra como um dia quis pensar que assim o era. Foi tomada de assalto, e eu não ofereci a mínima resistência, porque deixei de reinventar o meu quotidiano, deixei subsistir uma pobreza de espírito, que parecia tão inofensiva mas poderia ter sido letal, se não a tivesse travado. Questiono-me se a terei travado a tempo e tudo o que sei é que, por mais momentos de inércia que viva, não me acomodo mais, o meu sofrimento absurdo mantém-me desperta, até que um dia, puderei resgatar o que perdi e reverter o que não cheguei a sentir...
Thursday, December 30, 2004
Dias prescindíveis...
Nestes últimos dias não tenho feito outra coisa senão sair à noite, a vontade é pouca, mas como a companhia é boa, lá arrasto o meu ego para mais uma descida vertiginosa. Não sei que se passa, sempre fui uma rapariga que adorava a noite e divertia-me sempre muito, porém, ultimamente, tal não se passa bem assim. Estou cansada desta cidade, provavelmente é isso, aliado ao facto de eu odiar terminantemente a ESE que me anda a afectar. Cheguei agora a casa, e apetece-me ficar uns dias sozinha, nem me apetece sair no Ano Novo. Espero que isto me passe depressa, recuso-me a entrar em depressão. Não obstante a minha conturbada existência, sempre me soube divertir, sempre fui uma pessoa disfuncional mas animada. Ainda bem que quase ninguém lê isto, hoje está a ser demasiado pessoal, mas não me importo. Pelo menos passo para aqui o que me perturba, em vez de simplesmente fazer de conta que está tudo bem. Mais uma vez é tudo culpa da maldita visão mundana que me faz aperceber só dos contras, porquê os contras?! Por que motivo somos tão egocêntricos ao ponto de nos debatermos com coisas tão absurdas? A pequenez do ser humano assusta-me, assim como também toda a sua imensidão. Ser uma pessoa de extremos é muito desconfortável, ora está tudo bem, ora tudo se transforma de uma maneira irrisória. Mas já me estou a prolongar demais para um dia em que não tenho nada de pertinente para dizer.
Monday, December 27, 2004
Aborrecimento justificado... [bored to hell]
Cheguei agora a casa, estou tão entediada que achei que o melhor era escrever, assim pode ser que entenda o porquê deste estado de espírito tão impertinente...
Acordei na casa do Hélio, um bocado cansada, mas aí ainda estava bem, foi de tarde que isto se apoderou de mim. Olhei à minha volta e só vi protótipos defeituosos... Tudo se movimenta sem energia, sem um sorriso genuíno. É um "temos que" constante, um ciclo tão vicioso quanto vertiginoso. Apeteceu-me interpelar quem passava e dar-lhes um empurrão para ver se, dessa forma, constatavam o nada no qual se acomodaram. A dado momento apercebi-me que o problema é só meu, sou eu que rejeito o que desconheço, sou eu que o rotulo,mas se o faço é porque até agora niguém me maravilhou... Culpem-me e eu continuarei a culpar-vos também, pois somos todos uma descarga emocional descontínua e constantemente interrompida. Desculpa, deixas-me acabar?! Estou a dar um sentido ao que sinto, ou melhor dizendo, à falta de sentimentos. Quero que chegue depressa o dia em que vou sair daqui, para já será só espacialmente, mas "talvez um dia" o seja espiritualmente. Acredito-me que há algo mais do que isto, visto que sou uma fã acérrima da amizade e do convívio, só gostava de não me fartar tanto das imperfeições da vida. Todos somos seres incompletos e imperfeitos, todavia damo-nos ao trabalho de nos importunarmos só porque a um dado dia nos sentimos deslocados e desprovidos de sentido.
Nunca gostei muito de rosa, sempre fui uma rapariga mais virada para o vermelho, para a paixão, para a indagação,mas chega! Nem todos os dias são uma descoberta positiva, o que é relevante é zangarmo-nos com o mundo por uma razão plausível. A minha razão hoje é a falta de paixão a que assisto diariamente, obrigado por me afectarem! Sempre quer dizer que vos repugno tanto por estar apaixonada pela minha vida mesmo quando ela não aquece nem arrefece o meu paladar! A minha magia permanece, apenas adormeceu por momentos...
Acordei na casa do Hélio, um bocado cansada, mas aí ainda estava bem, foi de tarde que isto se apoderou de mim. Olhei à minha volta e só vi protótipos defeituosos... Tudo se movimenta sem energia, sem um sorriso genuíno. É um "temos que" constante, um ciclo tão vicioso quanto vertiginoso. Apeteceu-me interpelar quem passava e dar-lhes um empurrão para ver se, dessa forma, constatavam o nada no qual se acomodaram. A dado momento apercebi-me que o problema é só meu, sou eu que rejeito o que desconheço, sou eu que o rotulo,mas se o faço é porque até agora niguém me maravilhou... Culpem-me e eu continuarei a culpar-vos também, pois somos todos uma descarga emocional descontínua e constantemente interrompida. Desculpa, deixas-me acabar?! Estou a dar um sentido ao que sinto, ou melhor dizendo, à falta de sentimentos. Quero que chegue depressa o dia em que vou sair daqui, para já será só espacialmente, mas "talvez um dia" o seja espiritualmente. Acredito-me que há algo mais do que isto, visto que sou uma fã acérrima da amizade e do convívio, só gostava de não me fartar tanto das imperfeições da vida. Todos somos seres incompletos e imperfeitos, todavia damo-nos ao trabalho de nos importunarmos só porque a um dado dia nos sentimos deslocados e desprovidos de sentido.
Nunca gostei muito de rosa, sempre fui uma rapariga mais virada para o vermelho, para a paixão, para a indagação,mas chega! Nem todos os dias são uma descoberta positiva, o que é relevante é zangarmo-nos com o mundo por uma razão plausível. A minha razão hoje é a falta de paixão a que assisto diariamente, obrigado por me afectarem! Sempre quer dizer que vos repugno tanto por estar apaixonada pela minha vida mesmo quando ela não aquece nem arrefece o meu paladar! A minha magia permanece, apenas adormeceu por momentos...
Amo a Lauren Ambrose!

Ok... Isto do fanatismo pelas stars já teve os seus dias de glória, ou não.... Não me interessa, só sei que gosto mesmo muito da Lauren Ambrose, ela está excelente no papel de Claire no Six Feet Under, quem é que não tem um pouco de Claire?! Apatia, inteligência, e uma sensibilidade extraordinária muito camuflada (ok... os nerds não contam...). A minha obsessão não acaba aqui... A Lauren Ambrose é linda, simplesmente uma actriz genial, quando já se começava a pensar que estavamos numa geração de "modelos", eis que algúem se destaca pela positiva. Sim, todos esses jovens que não sabem representar mas têm um maldito paminho de cara, todos essas malditas barbies e kens... well fuck them! Já agora, acabei de me lembrar( por falar em modelos...), há sempre uma ou outra excepção, os meus parabéns também ao Ashton Kutcher, que está muito bem no "That 70´s Show", não sou fã dele mas o Kelso é um personagem hilariante...
Sunday, December 19, 2004
Não quero pensar mais...
Fartei-me de tudo isto, tudo o que me faz adoecer e envelhecer a cada dia que passa. Ando bem, e de um momento para o outro tudo se desmorona. Não quero pensar mais, quero viver! Porque é que esta busca pelo equilíbrio não se afigura possível? Não quero que gostem de mim, só quero que me aceitem, como sou. Não sou um ser excepcional, não sou calma e, não, não gosto de fingir-me bem quando não me sinto assim. Quando estou serena, é quando menos penso nos outros, mas nestas alturas em que tudo entra em rota de colisão, penso e não gosto do que percepciono. Perdi a fé na espécie humana, e disso não posso culpar ninguém. Perdi-me algures e peço desculpa a quem não tenho prestado atenção, não o faço propositadamente, simplesmente estou entediada e uso a máscara da apatia, que cada vez menos me encaixa na perfeição...
Wednesday, December 15, 2004
Menininha infeliz...
Bem, este post é dedicado à Angie, que julgava ser grande amiga minha mas que se está a revelar mais uma decepção...
Odeio pessoas que têm a mania que são altruístas quando são é umas egoístas de merda! Hoje não vou ter classe nenhuma porque isto é acima de tudo um desabafo.... Somos todos egoístas, essa é uma das condições básicas do ser humano, e eu sou daquelas pessoas que não tem qualquer tipo de problemas em admitir: eu, eu, as minhas coisas e depois as pessoas importantes para mim. Agora pessoas mentirosas, compulsivamente, e egoístas até para os melhores amigos, hum... FUCK THEM!Gosto muito de ti mas estou farta que interpretes o papel da menininha infeliz quando tens algum interesse. Olha para o espelho: ao menos assume que tal como eu também és uma cabra. E bem pior, porque eu posso ser fria mas não sou fingida. Sorry, estou farta de lamechices. Ao Ricardo, Claudinha, Ju e PJ os meus parabéns!! Estou farta de pessoas dissimuladas e vocês, para o melhor,ou não... são sempre genuínos!
Odeio pessoas que têm a mania que são altruístas quando são é umas egoístas de merda! Hoje não vou ter classe nenhuma porque isto é acima de tudo um desabafo.... Somos todos egoístas, essa é uma das condições básicas do ser humano, e eu sou daquelas pessoas que não tem qualquer tipo de problemas em admitir: eu, eu, as minhas coisas e depois as pessoas importantes para mim. Agora pessoas mentirosas, compulsivamente, e egoístas até para os melhores amigos, hum... FUCK THEM!Gosto muito de ti mas estou farta que interpretes o papel da menininha infeliz quando tens algum interesse. Olha para o espelho: ao menos assume que tal como eu também és uma cabra. E bem pior, porque eu posso ser fria mas não sou fingida. Sorry, estou farta de lamechices. Ao Ricardo, Claudinha, Ju e PJ os meus parabéns!! Estou farta de pessoas dissimuladas e vocês, para o melhor,ou não... são sempre genuínos!
Sunday, December 12, 2004
Querida ESE...
Não me venham com tretas, como pode ser saudável contradizer o que sentimos, quando o que sentimos já constitui por si só uma grande contradição? Nesta fase pré-adulta idolatrarmo-nos é o "ideal supremo". O falso ideal de todos aqueles que só conhecem aquilo que, surpreendentemente, ainda conseguem ver (!) e que mesmo assim opinam sobre tudo e todos como se fossem o centro do universo e a sapiência deles fosse invulgar. A palavre - chave que encontro para caracterizar essas pessoas, sim, estereotipar( deixemo-nos de cinismos) é precisamente VULGARIDADE. Viver em função dos outros é o culminar de um projecto mal elaborado que não foi alvo de rectificação, ainda mais, quando se tratam dos anormais que frequentam a ESE( às raras excepções não preciso de pedir desculpa, é óbvio que vocês sabem que não têm lugar junto destes mental-retards). Desagradarmo-nos com as nossas atitudes patéticas é estarmos receptivos à mudança. Tudo uma questão de personalidade, ou, no vosso caso, da falta dela...
Tuesday, December 07, 2004
Assumption meets protection
I am here but still anywhere...
I am aware, I am afraid, but either way... I am not!
I am to blame,but still do not feel any kind of shame...
Feeling should be everything...
When you feel you are too lost to be real, what do you assume?
If something´s getting in the way surely it´s doom...
Misfortune is not a condition,
only a state of deadly addiction,
In this sudden chaos getting into your own mind should be the most difficult task,
or else, everything you ever wanted( and still don´t have) won´t last,
Continuous deceptive appearances can lead into unknown receptive experiences,
Listening to myself made things clear: I am not a mess,
I just want to think like that and to feel less!
Protect yourself but,please, stop being your own reject!
Aula de história de arte do ano passado...hum... p/vezes até era produtiva!!
I am aware, I am afraid, but either way... I am not!
I am to blame,but still do not feel any kind of shame...
Feeling should be everything...
When you feel you are too lost to be real, what do you assume?
If something´s getting in the way surely it´s doom...
Misfortune is not a condition,
only a state of deadly addiction,
In this sudden chaos getting into your own mind should be the most difficult task,
or else, everything you ever wanted( and still don´t have) won´t last,
Continuous deceptive appearances can lead into unknown receptive experiences,
Listening to myself made things clear: I am not a mess,
I just want to think like that and to feel less!
Protect yourself but,please, stop being your own reject!
Aula de história de arte do ano passado...hum... p/vezes até era produtiva!!
Imbuídos na ignorância
Por vezes agimos de forma tão contra-natura que nem sentimos o que estamos a fazer. Magoamo-nos pois queremos modificar algo que já seguiu o seu rumo,cujos frutos representarão o que será acertado,não obstante a falcatrua recriada intencionalmente e simultaneamente de uma forma tão irracional! Estive doente física e emocionalmente, não conseguindo transparecer o que me preocupava. A mesma falésia persistia na obstrução do caminho já por si deturpado... Não recolhia forças para conseguir imperar nesse território tão vasto e desconhecido, não de uma forma tão abrupta. Assim como esperava que a mutualidade que estava implícita num negócio de difícil negociação fosse cumprida. Vulnerável,desinteressada e desinteressante, era assim que me via nesse reflexo surrealista. Opções mal delineadas,sentimentos embrulhados em papel demasiado gasto para não se rasgar.... À medida que se rasgava o seu conteúdo tornava-se translúcido. Tudo assumiu uma nova configuração: previsível e pouco arrojada. Tanta confusão é rapidamente arrumada numa arca no sotão e aí perdurará,esquecida...
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